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Archive for abril 2019

Novidades no tratamento do câncer de mama: entenda porque muitas mulheres não precisarão mais de quimioterapia

Neste último dia 08 de Abril (segunda-feira) foi comemorado o dia mundial de luta contra o câncer, e nada melhor para comemorar a data do que esta boa notícia: novas alternativas à quimioterapia já estão sendo estudadas e implementadas. A novidade foi divulgada no ano passado (2018) no maior congresso oncológico do mundo realizado em Chicago, nos Estados Unidos, e publicado em uma revista científica internacional.

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo. Muitos fatores de risco estão associados à doença, tais como idade superior aos 50 anos, hereditariedade, história reprodutiva, exposição contínua a radiações ionizantes (ou produtos tóxicos) e alcoolismo.

Em relação à história reprodutiva, estão inclusos fatores como a primeira menstruação antes dos 12 anos de idade, o uso de contraceptivos hormonais, gravidez após os 30 anos ou ausência de gravidez e menopausa após os 55 anos.

O câncer de mama resultante de fatores genéticos e hereditários é responsável por apenas 5 a 10 % das ocorrências da doença.

Como todo tipo de câncer, o câncer de mama apresenta estágios, e , dependendo do estágio de evolução, um tratamento específico poderá ser indicado, a exemplo das cirurgias, quimioterapia, hormonioterapia, imunoterapia e radioterapia. Algumas circunstâncias demandam combinação entre duas modalidades de tratamento, no entanto a cirurgia é uma indicação geral para todos os casos.

A quimioterapia, mais precisamente, pode gerar inúmeros efeitos colaterais, dentre eles a perda de cabelo, náuseas, vômito e dores, o que ocasiona um desconforto extra associado à convivência com a doença.

Neste artigo, você conhecerá um pouco mais sobre o câncer de mama e sobre esta grande novidade referente às suas novas possibilidades de tratamento para aqueles pacientes que teriam de se submeter à quimioterapia.

Boa leitura.

 

Considerações gerais sobre o câncer

Câncer é uma condição patológica caracterizada pelo crescimento desordenado de células, as quais podem invadir tecidos e órgãos, dividindo-se rapidamente de forma agressiva e incontrolável. Essa atividade acelerada das células contribui para a formação dos tumores.

Dependendo da localização primária na qual esses tumores estejam ‘instalados’, o câncer é classificado como pertencente a um tipo específico, a exemplo do câncer de próstata, câncer de pulmão, câncer de fígado entre outros.

 

Sintomas específicos do câncer de mama e métodos para o diagnóstico

O autoexame regular de mama é uma forma eficaz de perceber alterações na mama ainda no seu estágio inicial. Essas alterações podem ser vermelhidão ou pele mais enrijecida, alteração na coloração e no formato da auréola, presença de nódulo indolor, liberação de líquido pelo mamilo, aumento da temperatura das mamas, crostas ou feridas e presença de veias perceptíveis.

Os sintomas podem surgir de modo isolado ou em conjunto. Na detecção de qualquer um desses sintomas, deve-se procurar o médico mastologista para , com auxílio dos exames, obter o diagnóstico preciso do caso. Em algumas circunstâncias, pode ser um nódulo benigno ou inflamação de algum tecido mamário, casos que também demandam tratamento/intervenção, embora de modo menos invasivo e agressivo.  

A confirmação do câncer de mama ocorre por meio do exame clínico das mamas, associado a exames de imagem como a mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Dentre estes, a ultrassonografia mamária e mamografia são ofertados pela Vérita diagnósticos. No entanto, a confirmação só é realizada por meio de biópsia, ou seja, retirada de um fragmento do nódulo suspeito, através de punções com a agulha ou de pequenas cirurgias.

Em relação aos tecidos atingidos pelo câncer de mama, pode haver acometimento dos ductos, lobos e glândulas mamárias, de forma in situ ou invasiva. Quando o câncer se manifesta na auréola em torno dos mamilos, o quadro é chamado de Doença de Paget. Conforme a extensão do acometimento das células patológicas, o câncer é dividido em 4 estágios.

Quando o câncer de mama está em estágio mais avançado, além da intensificação dos sintomas específicos, há dores ósseas, perda de apetite, fraqueza muscular e dor de cabeça intensa. Esses sintomas são causados pela metástase das células malignas para outros órgãos do corpo, tais como pulmões e cérebro.

 

Um pouco mais sobre o estudo que aponta alternativas à quimioterapia

O estudo mencionado no início do artigo foi iniciado no ano de 2006 e financiado pelo governo americano, governo canadense e algumas entidades filantrópicas. Neste estudo, foram avaliadas 10.273 mulheres com idade compreendida entre 18 e 75 anos, e avaliadas por meio de um teste genético que possibilita descobrir se as chances de reincidência após o tratamento são baixas, intermediárias ou altas.  

Segundo os parâmetros deste teste genético, as pacientes com risco considerado intermediário ou baixo poderiam ser poupadas da quimioterapia e tratadas apenas com hormonioterapia.

Em termos gerais, a quimioterapia ainda é indicada para a maioria dos casos de modo a tratar a doença e prevenir sua reincidência nos 3 anos seguintes ao tratamento. No entanto, com a aplicação deste teste aproximadamente 70% das mulheres poderão evitar a quimioterapia e seus efeitos colaterais.

Aqui no Brasil, o teste já está disponível, porém, não é oferecido pelo SUS e possui um valor bastante elevado, equivalente a aproximadamente 12 mil reais, ou seja, infelizmente ainda é inviável para a maioria da população.

 

Considerações finais

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais atinge as mulheres e está relacionado a uma diversidade de fatores de risco. Possui sintomas específicos relacionados às alterações nas mamas. O diagnóstico é clínico, através de exames de imagem e de biópsia. O tratamento pode ser através de cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e hormonioterapia. A quimioterapia, no entanto, implica em muitos efeitos colaterais, porém, pode ser evitada por meio da realização de um teste genético que mede o risco de reincidência da doença. Infelizmente, este teste ainda não é disponibilizado pelo SUS.

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Sabendo da importância da conscientização sobre o câncer é que trouxemos este artigo até você.

Na Vérita diagnósticos estamos sempre preocupados em trazer a você informações que assegurem a saúde e o bem-estar em caráter integral.

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Tuberculose: Quais são os primeiros sintomas da tuberculose e o que fazer?

Dores no peito, tosse com mais de 3 semanas, falta de ar, perda de peso e cansaço excessivo, febre baixa (principalmente durante a noite), sudorese noturna e perda de apetite são os principais sintomas da tuberculose.

No entanto, é importante saber que há muitos casos nos quais não há manifestação de nenhum sintoma, visto que não existe tuberculose apenas na forma pulmonar, e essa infecção pode ser instalar em outros órgãos/ estruturas, tais como ossos, linfonodos, sistema nervoso, intestino e sistema genitourinário.

A tuberculose é uma doença de grande incidência no Brasil, visto que anualmente são notificados cerca de 70 mil casos novos.

Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre os sintomas iniciais da doença, assim como fatores relacionados à transmissão e prevenção.

 

Tuberculose: Qual o agente causador?

A tuberculose é causada por uma bactéria, mais precisamente uma micobactéria (ou seja, bactéria na forma de bastonete reto ou curvado), chamada Bacilo de Koch (BK).

O Bacilo de Koch foi descoberto no ano de 1882, pelo médico patologista Robert Koch.

 

Tuberculose: Como ocorre a transmissão?

A modalidade de transmissão da tuberculose é classificada como transmissão direta, ou seja, através do contágio de pessoa para pessoa.

O bacilo da tuberculose é expelido através da fala, tosse e do espirro; sendo que essas últimas formas de contaminação são as mais prováveis, visto que há certo movimento de propulsão vindo do pulmão.

Essas gotículas de saliva expelidas ficam em suspensão no ambiente na forma de aerossóis, sendo que dessa forma podem ser facilmente inaladas por outras pessoas, gerando a contaminação. Em ambientes fechados e não arejados, o bacilo pode sobreviver por um período de tempo de até 8 horas.

Apenas pessoas com tuberculose nas formas pulmonar e laríngea, podem transmitir a doença.

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que, dentro de 1 ano, um indivíduo com baciloscopia (exame para tuberculose) positiva inserido em uma comunidade é capaz de infectar uma média de 10 a 15 pessoas. No entanto, essa estimativa não é cumprida caso o tratamento seja precoce, ou seja, no início da manifestação dos sintomas, visto que após o início do tratamento, a transmissão diminui progressivamente.

 

Tuberculose: Quais os prováveis fatores de risco?

É muito grande a chance de que alguém entre em contato com o bacilo da tuberculose (através da inalação de partículas infecciosas) e não desenvolva a doença, deixando a bactéria em estado de incubação.

Por outro lado, indivíduos com o sistema imune debilitado possuem uma grande probabilidade em desenvolver a infecção. O tempo estimado para manifestação dos primeiros sintomas varia em torno de 4 a 12 meses.  

Fatores de risco para o desenvolvimento da infecção incluem o uso de drogas, alcoolismo, tabagismo, desnutrição , infecção pelo HIV e diabetes.  

Pacientes infectados pelo vírus do HIV tem mais chance em desenvolver a tuberculose nas formas extrapulmonares.

Crianças e idosos por apresentarem o sistema imune mais frágil devem estar ainda particularmente mais atentos aos sintomas, de modo a iniciar o tratamento rapidamente.

 

Tuberculose: Os sintomas

A tosse talvez seja o sintoma mais conhecido da doença. Ela torna-se um fator preocupante e indicativo quando é bastante frequente e excede o período de 3 semanas. Em relação ao tipo de tosse, não há um padrão definido, pois esta pode ser seca (ou seja, sem secreção), produtiva (com secreção), sanguinolenta ou pio-sanguinolenta (sangue com secreção purulenta). Em alguns casos, a tosse pode evoluir de um tipo a outro.

Essa tosse pode ser intensificada caso o indivíduo seja um fumante, visto que as substâncias nocivas do cigarro tem a capacidade de aumentar o volume de muco produzindo pelos brônquios. Esse excesso de muco irrita as mucosas  estimulando, por consequência, o reflexo da tosse.

A tosse é uma manifestação característica da tuberculose pulmonar. No entanto, quando a infecção atinge outros órgãos e há manifestação dos sintomas, estes incluem inchaço e dor na região afetada.

Para os casos de tuberculose pulmonar, também há sensação de dor torácica, cansaço (muito associado à dor e ao comprometimento pulmonar) e dispnéia (ou seja, dificuldade para respirar). A febre é um sintoma não tão frequente, porém quando se manifesta é preferencialmente no período da tarde. O indivíduo com tuberculose também apresenta a tendência em emagrecer repentinamente e sem causa aparente.

 

Tuberculose: O que fazer ao detectar os sintomas?

Ao detectar os sintomas, é importante agendar consulta médica para investigar melhor o quadro.

O médico analisará o relato dos sintomas e solicitará exames comprobatórios, os quais, de acordo com o Ministério da Saúde, podem ser bacteriológicos, como a baciloscopia, o teste molecular para tuberculose ou a cultura para micobactéria; ou de imagem, tais como o Raio-X de tórax que atua em caráter complementar. É importante saber que, mesmo o Raio-X sendo um exame complementar, ele sempre deve ser realizado para os casos suspeitos de tuberculose pulmonar.

 

Tuberculose: Como ocorre o tratamento?

O tratamento da tuberculose obedece a um protocolo de antibióticos estabelecido pelo Ministério da Saúde. Esses antibióticos devem ser ingeridos diariamente por um período mínimo de 6 meses.

O tratamento deve ser assíduo. Caso seja interrompido ou abandonado, há um grande risco para o desenvolvimento de resistência bacteriana, fator que implica no uso de antibióticos mais fortes.

Aliado ao tratamento está a investigação dos familiares e todas as pessoas que convivem diretamente com a pessoa infectada, de modo a identificar se algum deles possui os sintomas característicos.

 

Tuberculose: Existe alguma prevenção?

Sim. A vacina BCG, indicada do nascimento até antes dos 5 anos de idade completos, é a medida de controle mais conhecida. Caso seja administrada ao nascer, não deve ser aplicada em recém-nascidos prematuros até que estes atinjam 2 quilos.

Medidas de controle para atenuar a possibilidade de transmissão incluem utilizar máscaras para evitar a propagação de aerossóis, ou simplesmente cobrir a boca com um lenço ao tossir.

Portadores do bacilo devem permanecer em locais ventilados e com incidência de raios solares. A luz natural direta prejudica e danifica o bacilo, espaços bem ventilados possibilitam a dispersão de partículas infectantes.

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Aproveite essas informações de utilidade pública e repasse o conhecimento adiante. Lembre-se que a saúde começa na educação e prevenção.

 

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Como manter a alimentação saudável nos meses mais frios?

O inverno do sul e sudeste do Brasil é uma estação naturalmente fria, que pode ser desconfortável para alguns e aconchegante para outros. Nesta estação também ocorre uma mudança sutil nos hábitos alimentares.

É natural que nos meses mais frios haja opção pelos alimentos mais quentes e, muitas vezes com textura cremosa e/ou líquida, também é natural que a sensação de fome seja maior, pois para manter o organismo aquecido é necessário um maior gasto energético.

Ao pensar em alimentação para o clima frio, logo vêm à mente, alimentos mais gordurosos como caldos e sopas extremamente condimentadas; assim como alimentos extremamente calóricos, a exemplo do chocolate quente. Porém, é possível manter uma alimentação saudável em meses frios, utilizando essas mesmas opções de receitas, desta vez com ingredientes alternativos e mais saudáveis.

Antes das receitas, confira algumas dicas gerais sobre alimentação para o inverno:

 

Dica 1: Invista em alimentos termogênicos

Esses alimentos possuem como propriedade acelerar o metabolismo, por meio do aumento da temperatura corporal. Nesta categoria estão inclusos a canela, o gengibre, o café, a pimenta vermelha, a cebola, a páprica, o chá verde, o vinagre de maçã, o chá de hibisco, dentre outros.

A canela pode ser adicionada a frutas, vitaminas e mingaus. O gengibre possui uma aplicabilidade bem ampla e pode ser associado a sucos detox ou suco comum de frutas, assim como pode ser adicionado em raspas na salada. A pimenta vermelha é um ótimo condimento para carnes, sopas e cozidos.

O café é um grande coringa e aliado em climas mais frios, no entanto, seu consumo deve ser evitado por pessoas que sofrem com crises de ansiedade e pânico, assim como quadros de gastrite. O chá verde, assim como o café, contém uma elevada concentração de cafeína, portanto, deve ser consumido com moderação na quantidade máxima de 4 xícaras ao dia, ou seja, de 600 ml.

O chá de hibisco contém em sua composição várias substâncias com propriedades antioxidantes, cardioprotetoras e vasodilatadoras, ou seja, um excelente aliado também no emagrecimento e manutenção de um estado favorável de saúde.

 

Dica 2: Mantenha-se bem hidratado

Apesar de não sentirmos tanta sede no inverno quanto no verão, o consumo regular de água deve ser mantido.

A água desempenha um papel fundamental na saúde do organismo, inclusive atuando na regulação da temperatura corporal, proporcionando um funcionamento satisfatório para os rins e hidratando a pele e células de um modo geral.

Além da necessidade de ingerir bastante água, também é possível aplicar a dica para sucos naturais e chás termogênicos, a exemplo do chá de hibisco e chá verde citados acima.

 

Dica 3: Use e abuse das frutas

As frutas são aliadas para uma alimentação saudável em qualquer época do ano. O consumo delas auxilia inclusive a manter a dieta balanceada, visto que muitas delas representam uma alternativa aos carboidratos convencionais.

A dica, principalmente para o inverno, é optar por frutas frescas e próprias da estação, a exemplo da banana, abacate, caqui, carambola, figo, goiaba,bergamota, entre outras opções.

 

Dica 4: Pratique atividade física

Assim como uma alimentação regular, e uma boa ingestão hídrica, a atividade física também auxilia a elevar a temperatura corporal, porém realizá-la em períodos frios é extremamente desafiador.  No inverno, a tendência é querer ficar embaixo das cobertas durante o dia todo, no entanto, é necessário fazer um pequeno esforço para superar esta tendência natural.

Uma boa opção é realizar atividades em ambiente fechado, a exemplo de práticas como aula de dança, corrida na esteira, artes marciais, dentre outras modalidades. Para quem prefere atividades ao ar livre, pode escolher horários do dia nos quais a temperatura esteja tolerável.

Um fator muito importante é que aquelas pessoas com hábitos sedentários devem, preferencialmente, visitar um médico antes da prática de qualquer modalidade por conta própria.  

 

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Definidas as dicas principais dicas referentes à alimentação e hábitos saudáveis, confira algumas receitas para esta época de frio:

 

Receita 1: Caldo de frango com legumes e batata doce

Esta é uma variação da tradicional receita de canja de galinha. A combinação dos elementos possibilita que seja uma receita extremamente proteica, nutritiva, rica em vitaminas A e C, com propriedades relacionadas à melhora do sistema imunológico, fortalecimento muscular e melhora das funções cognitivas.

Aqui estão os ingredientes:

  • 200 gramas de carne de frango (peito) cortada em cubos;
  • 1 fio de azeite de oliva extravirgem;
  • 2 batatas-doce descascadas e cortadas em rodelas;
  • 1 pacote de ervilhas;
  • 1 cebola picada em cubos;
  • 1 tomate sem casca cortado em pedaços grandes;
  • Quantidades pequenas (pitadas) de sal, páprica, salsa e manjericão.

O modo de preparo é bastante simples: em uma panela aqueça um pouco de azeite extravirgem, acrescentando cebola e páprica (lembrando que estes alimentos possuem potencial termogênico). Após esta etapa, adicione o tomate, assim como um pouco de sal (à gosto) e manjericão. Nesse caldo, também são acrescentados a batata-doce, assim como frango e ervilhas.

Após o cozimento, o toque final é salpicar algumas folhas de salsa.

Esse prato deve ser servido, preferencialmente, quente, já que entra na proposta de alimentação saudável para o inverno.  

 

Receita 2: Chocolate quente com gengibre

Esta segunda receita na categoria de sobremesa ou lanche da tarde. Apesar de relativamente calórica, possui como diferencial a presença de dois ingredientes considerados termogênicos, no caso o gengibre e a canela, além de contar com a utilização de leite desnatado.

Os ingredientes são:

  • 90 gramas de chocolate meio amargo picado;
  • 2 colheres (chá) de cacau em pó;
  • 3 xícaras (sopa) de leite desnatado;
  • 3 colheres (sopa) açúcar-mascavo;
  • 2 pedaços de canela em pau;
  • 1 colher (chá) de gengibre picado;
  • ½ colher (chá) cardamomo seco;
  • ½ colher (chá) pimenta-do-reino em grão;
  • 1 pitada de sal.

Para o preparo, todos os ingredientes devem ser adicionados em uma panela e aquecidos em fogo médio, até que o chocolate meio amargo derreta por completo, esse processo dura em torno de 3 minutos. Após esta etapa, aumente a intensidade do fogo e mexa por mais 7 minutos. Quando a panela for retirada do fogo, deve ser tampada e deixada em repouso para esfriar durante 10 minutos.

A mistura obtida na panela deve ser peneirada e transferida para um copo medidor de vidro.

Segundo a concentração dos ingredientes descritos aqui, este chocolate quente rende porções para 4 canecas. Uma boa opção é servi-lo em garrafas térmicas de modo que ele seja mantido morno.

Pode ser conservado na geladeira por até 4 dias, e, para reaquece-lo, basta 1 minuto no micro-ondas em potência alta.

 

Considerações Finais

Essas duas sugestões de receitas acima podem ser adaptadas, e são apenas alguns exemplos entre variadas opções.

Resumindo as idéias apresentadas, é importante lembrar que:

  • As refeições nos meses mais frios devem conter ingredientes de caráter termogênico;
  • As frutas devem ser consumidas regularmente;
  • Uma boa ingestão hídrica também é indispensável;
  • A prática regular de atividades físicas age em caráter complementar a uma boa alimentação.

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