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6 razões para tornar a doação de sangue um ato de solidariedade frequente

No último dia 14 de Junho (sexta-feira), foi celebrado o “Dia Mundial do Doador de Sangue”. Aproveitando a data, muitos hospitais e órgãos de saúde lançaram a campanha Junho Vermelho, visando sensibilizar sobre a importância da prática.

O número de doadores no Brasil ainda é muito baixo. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, apenas 1,8% da população doa sangue regularmente. Muitos fatores podem contribuir para essa baixa estatística, tal como o desinteresse, a falta de informação sobre o tema e até mesmo o preconceito.

Nos Estados Unidos e Europa, diversas ações são realizadas continuamente e de forma estratégica para aumentar a captação de doadores, contribuindo para que esse índice seja um maior, entre 5 a 7%.

No entanto, um fato que muitos desconhecem é que a doação de sangue, além de ser um ato de solidariedade e inegável contribuição à sociedade, também beneficia o indivíduo doador. Por isso, neste artigo, serão apresentadas 6 razões para doar sangue com regularidade.

 

Razão número 1: Doar sangue faz bem ao coração

O processo de retirada do sangue do organismo induz a reposição natural de células vermelhas pelo mesmo. Em nível científico, já foi comprovado que esse processo auxilia na diminuição dos riscos de entupimento das artérias do coração e do cérebro, uma vez que estimula a própria renovação celular.

 

Razão número 2: Descanso do trabalho

De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o doador de sangue tem direito a ausentar-se do trabalho por um dia durante o ano, justificando a sua ausência através da apresentação de uma declaração de comparecimento.

No entanto, é importante consultar previamente a legislação do município e do estado em questão. Alguns estados oferecem certos benefícios adicionais e específicos, tais como meia-entrada em salas de cinema.

 

Razão número 3: Check-up gratuito

Antes da doação, o indivíduo é submetido a uma série de exames para controle de qualidade. Esses exames também são vantajosos ao doador, uma vez que permitem que ele obtenha um panorama sobre a própria saúde sem precisar custear o valor dos exames. Essa vantagem é especialmente útil para aqueles que não podem contar com um plano de saúde particular.

Os exames para doação de sangue incluem Sífilis, Hepatite B e C, Doença de Chagas, AIDS, assim como detecção para os vírus do HTLV I e II.

Assim como os exames, os doadores são submetidos a uma entrevista, a qual na verdade é um questionário comportamental para identificar infecções prévias e possíveis comportamentos de risco.

 

Razão número 4: Doar sangue não é prejudicial ao organismo

Muitos mitos e até mesmo fake news a respeito do assunto dificultam o processo de captação de sangue. No entanto, é importante esclarecer algumas questões.

Dentro de 24 horas após a doação de sangue, o volume coletado é reposto pelo organismo. Durante a doação são coletados 450 ml de sangue, o qual corresponde a 10% do sangue total de um indivíduo adulto.

Da mesma forma que não há prejuízo em relação ao volume de sangue, sua densidade também não é alterada. Outro mito popular é de que o sangue fica mais fino ou até mais grosso após a doação, contradizendo o princípio natural de renovação celular.

Alguns também podem acreditar que a doação de sangue pode engordar ou até emagrecer o doador com facilidade, contudo não há nenhuma evidência científica que comprove essa idéia.

 

Razão número 5: Doar sangue é seguro

Durante a coleta de sangue não há riscos de que o doador contraia doenças infecciosas, uma vez que o material utilizado é estéril e submetido à rigorosas medidas de biossegurança.

 

Razão número 6: Doar sangue é um ato de solidariedade

Uma bolsa de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas. Após a coleta, o sangue é fracionado em componentes sanguíneos, tais como concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas e plasma.

Na qualidade de ato de solidariedade, a prática de doação de sangue também auxilia no bem estar emocional e psicológico do doador.

 

Quem pode doar sangue?

Alguns requisitos para a doação de sangue incluem primeiramente idade compreendida entre 16 a 69 anos. Porém, pessoas acima dos 60 anos só podem doar caso já tenham doado em vezes anteriores, e doadores entre 16 e 17 anos devem comparecer ao hemocentro na companhia dos pais.

O peso também é um fator relevante. O requisito estabelecido é de no mínimo 50 quilos.

O doador deve estar descansado, ou seja, ter dormido por pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas; estar em boas condições de saúde; estar bem alimentado (uma dica é evitar alimentos gordurosos até 2 horas antes de doar); e não ter consumido bebida alcoólica por um período de 12 horas antes da doação.

Em relação às boas condições de saúde, fatores impeditivos incluem a presença de febre no dia da doação e o aumento ou redução da pressão sanguínea (assim como dos batimentos cardíacos) no momento da doação.

Casos de gravidez, amamentação, doadores com tatuagem recente, assim como história recente de procedimentos endoscópicos e de extração dentária, devem aguardar em média 12 meses para realizar a próxima doação.

É importante que o doador apresente ao hemocentro algum documento oficial com foto.

 

Consequências da falta de doadores

Falta de estoque de sangue em hospitais pode refletir no cancelamento de cirurgias e de procedimentos. Pacientes que realizam quimioterapia também são prejudicados, uma vez que, quando não recebem transfusão sanguínea, podem não resistir ao tratamento.

Em relação aos grandes procedimentos cirúrgicos, a maior preocupação e prejuízo recaem sobre as cirurgias cardíacas, transplantes de fígado, transplantes renais e transplante de medula óssea.

Infelizmente, ainda não há produtos que possam agir como substituto ao sangue humano, logo, determinadas ocorrências médicas dependem exclusivamente de estoques de componentes sanguíneos. Quando é necessário retardar uma transfusão sanguínea, soluções temporárias incluem o uso paliativo de produtos sintéticos.

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