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Women fighting breast cancer

Outubro Rosa Verità: Fases e sintomas do câncer de mama que você precisa saber – parte II

A campanha do Outubro Rosa deste ano está chegando na reta final, mas é importante lembrar que a conscientização deve durar o ano todo!

Já falamos, na primeira parte deste artigo, sobre os fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento do câncer de mama, sobre as fases da doença e os sinais para ficar em alerta. Você pode conferir aqui.
Nesta segunda parte, abordaremos as outras formas de diagnóstico, os cuidados paliativos e os tratamentos. Fatores tão importantes para o bem-estar e a qualidade de vida da paciente. 

 

Formas de diagnóstico

Estamos sempre ressaltando a importância do diagnóstico precoce, agora vamos explicar o porquê disso. 

Você sabia que as pacientes que descobrem a doença na fase inicial, em grande parte dos casos, aumentam suas chances de tratamento e cura?
A orientação principal é que a mulher conheça seu corpo e fique atenta a qualquer alteração suspeita nas mamas, por isso, para o primeiro diagnóstico a realização do autoexame é essencial.
A detecção precoce da doença também é feita pela mamografia, para este exame a recomendação no Brasil, feita pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) em conjunto com o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) é que seja realizado anualmente em mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Mas em mulheres que possuem mamas mais densas ou que possuem próteses de silicone, a mamografia pode não ser tão eficiente, podendo até confundir o médico especialista em alguns casos. Para essas situações é realizada a ultrassonografia, este exame acaba sendo mais eficiente na visualização de nódulos, e na diferenciação entre áreas sólidas e císticas. 

Além desses, outros exames também podem ser solicitados para um diagnóstico mais avançado e preciso, como o exame de sangue, que serve para verificar a concentração de alguns marcadores que podem ser indicativos de algum processo cancerígeno. Ele também é determinante para a escolha do tratamento certo e para saber como a paciente está respondendo à terapia.

Outro exame que pode ser realizado, especialmente quando houver alterações nos resultados da mamografia ou no ultrassom, é a ressonância magnética. Ela ajuda na confirmação do diagnóstico e na verificação de outros locais que possam estar afetados.
A biópsia é o último exame de diagnóstico utilizado para confirmar a presença do câncer de mama. Com amostras do tecido, retiradas diretamente das lesões da mama, é possível verificar se há ou não a presença de células tumorais.

Assim como acontece no Brasil, em países que participam da campanha do Outubro Rosa e também adotam essas medidas para o diagnóstico precoce, já é possível observar um impacto positivo na redução da mortalidade pelo câncer de mama.

 

Tratamento e cuidados paliativos

Muitas pessoas, quando pensam no câncer de mama, imaginam tratamentos agressivos e invasivos. Mas saiba que os tratamentos evoluíram muito nos últimos anos, e dependendo do estágio, é possível ter uma rotina normal e manter uma boa qualidade de vida.

O tratamento é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas, o médico é quem irá determinar o tratamento mais adequado, que pode envolver quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, tratamento com anticorpos e em alguns casos cirurgias, como mastectomias, quadrantectomia e reconstrução mamária. Vamos desmistificar todos eles a seguir!

– Quimioterapia: este tipo de terapia têm a função de eliminar e impedir o crescimento desordenado das células cancerígenas. Ela vai variar de acordo com o estágio, com a idade da paciente e com as características hormonais de desenvolvimento da doença. A quimioterapia é realizada com a aplicação de medicamentos por via intravenosa, e em alguns casos por via oral. Esta terapia pode pode ser administrada de 4 a 6 meses para a prevenção da recidiva após a cirurgia de retirada do tumor.

– Radioterapia: a radioterapia geralmente é indicada para mulheres que realizaram a retirada cirúrgica do tumor. O tratamento utiliza a radiação ionizante aplicada diretamente no local onde se localizava o tumor com o objetivo de eliminar ou impedir a propagação das células que formaram o câncer. Existem dois tipos, a radioterapia externa e a interna.
A externa consiste na aplicação de feixes de radiação fracionados sobre a área afetada. Esse tratamento é administrado por 5 dias, durante um período de aproximadamente 5 a 6 semanas. Já a radioterapia interna ou braquiterapia, é um tipo de radioterapia, onde o agente radioativo é implantado, por meio de cateteres ou sondas, dentro ou próximo ao órgão a ser tratado e que utiliza fontes radioativas específicas. Geralmente esse tratamento é administrado duas vezes ao dia, durante 5 dias com a paciente em regime ambulatorial.

– Cirurgia: normalmente a cirurgia pode ser associada a outros tratamentos pré ou pós-operatórios, ela tem como objetivo a retirada do tumor mamário e, caso necessário, dos gânglios nos vasos linfáticos localizados nas axilas. Existem alguns tipos de cirurgias no tratamento do câncer de mama. A quadrantectomia é uma delas, ela consiste na retirada de partes da mama onde há presença de tumor, preservando boa parte dos tecidos saudáveis. A cirurgia de mastectomia é outro tipo, esta consiste na retirada total da mama. Quando há indicação para realização da mastectomia, é possível realizar uma segunda cirurgia de reconstrução mamária, que ajuda a devolver a estética da mama para a mulher. 

Além desses tratamentos, existem alguns cuidados paliativos que podem trazer melhorias na qualidade de vida da paciente.
Eles devem incluir, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a chamada “assistência promovida por uma equipe multidisciplinar”, cujo objetivo principal é a melhoria da qualidade de vida da paciente, incluindo também cuidados com seus familiares. Essa assistência vai além dos tratamentos dos sintomas físicos, ela cuida dos aspectos sociais, psicológicos e espirituais da paciente, e deve ser iniciada desde o momento do diagnóstico.

Há muitos boatos em torno do câncer de mama e eles podem gerar muita ansiedade e estresse nas mulheres, não é a toa que o tema da campanha do Outubro Rosa neste ano é “Câncer de mama: juntos, sem medo”.
É preciso desconstruir o medo através da divulgação de informações corretas sobre o diagnóstico precoce, os tratamentos e o convívio com a doença. E nós, da Verità, estamos aqui para cuidar e orientar você com todo carinho!
Conte com o nosso apoio e acolhimento em nosso Centro da Mulher Dr. Aliomar Andrade para diagnósticos precisos.

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Outubro Rosa Verità: Fases e sintomas do câncer de mama que você precisa saber – parte I

O mês de outubro traz um alerta importante para a saúde das mulheres sobre o câncer de mama e a Verità, como apoiadora desta causa, não poderia ficar de fora.

É verdade que tivemos progresso desde a primeira ação do Outubro Rosa no Brasil, em 2002, mas esse tipo de câncer ainda é o segundo mais comum entre as mulheres, respondendo por cerca de 28% dos novos casos e, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é a que mais causa mortes de mulheres no país. E por ainda não existir uma causa específica, a conscientização sobre o câncer de mama é muito importante!

Por isso, queremos conversar com você neste artigo, para falarmos tudo o que você precisa saber sobre os fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento deste tipo de câncer, sobre as fases da doença e os sinais para você ficar em alerta. Confira!

 

Fatores de riscos

Mesmo acometendo também os homens, você sabe por que o câncer de mama está associado à saúde das mulheres? A sua incidência maior ocorre nesta população, enquanto que para os homens representa menos de 1% do total de casos. Isso porque mulheres acima dos 50 anos têm maior risco de desenvolvimento, que somado a outros fatores como o histórico familiar (cerca de 5 a 10% dos casos da tem como causa os fatores hereditários), ao ciclo menstrual (mulheres que tiveram puberdade precoce, antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa mais tarde (após os 55 anos), têm aumento no risco desse tipo de câncer devido a exposição mais longa aos hormônios femininos.

O estilo de vida também deve ser levado em consideração, excesso de peso, a não prática de atividades físicas, o consumo de bebidas alcoólicas em excesso e fumar, também colaboram com os fatores de risco. Aliás, ter hábitos saudáveis traz diversos benefícios para a nossa vida, não é mesmo?!

E essa dica agora é para as mamães e para as futuras mamães: você sabia que a amamentação é considerada um fator protetor? Isso mesmo, além de todos os benefícios que já conhecemos, ela ajuda a prevenir a doença, pois quando o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário. Deste modo, se tiverem células cancerígenas, elas serão eliminadas e renovadas. Outro benefício é que as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer caem durante o período de aleitamento. Assim, quanto mais prolongada for a amamentação, maior a proteção para a mãe e para o bebê. 

É importante lembrar que ter um fator de risco, não significa que você vai ter a doença, pois é difícil saber o quanto desse fator pode ter contribuído para o seu desenvolvimento. Fazer o acompanhamento periódico da sua saúde ainda é a melhor forma de diagnóstico, de cuidado e de carinho com você mesma.

 

Fases e estágios

Conhecer todas as fases é determinante para a realização do tratamento correto. Identificar os estágios do câncer de mama ajuda a classificar a doença de acordo com sua extensão ou gravidade, e auxilia o médico na escolha do melhor tratamento. 

Essa classificação baseia-se nas características do chamado tumor primário (que atinge somente as mamas), nas características dos gânglios linfáticos da mama (se o câncer invadiu os vasinhos próximos), e na presença ou ausência de metástase à distância (que é quando forma-se tumores). Desta forma, podemos classificar em estágios que vão do 0 ao 4:

  • Estágios 0, 1 e 2: são os estágios iniciais, nos quais o tumor está limitado à mama. Nestes estágios as chances de cura são grandes, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.
  • Estágio 3: neste estágio ele é chamado de “câncer de mama localmente avançado”, o que significa que o câncer pode ter se espalhado para os nódulos linfáticos e para outros tecidos da mama, mas não para outros locais do corpo.
  • Estágio 4: neste estágio é que acontece o “câncer de mama metastático” ou “avançado”. Nesta fase, há uma disseminação da doença para outros locais do corpo.

Em todos esses casos, quando detectado precocemente, as chances de sucesso no tratamento são maiores. E por esta razão, vale ressaltar a importância das consultas de rotina, do autoexame mensal e do exame de mamografia a cada dois anos.

 

Cuidados com você mesma

Os sintomas costumam surgir tardiamente, por isso, alguns sinais precisam de um cuidado maior.

O mais comum é o aparecimento de um caroço na mama, mas existem outros indícios  que são desconhecidos por muitas mulheres, como a irritação e o aparecimento de irregularidades na pele, com covinhas ou franzidos, que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja.

Outros sinais que podem surgir são a dor no mamilo ou inversão do mamilo (quando fica mais para dentro), vermelhidão ou descamação da pele da mama. Também existe a presença de caroço palpável nas axilas e o surgimento de secreção geralmente transparente, podendo ainda ser rosada ou avermelhada, devido à presença de glóbulos vermelhos mais concentrada na região.

É preciso estar sempre atenta ao seu corpo e o seu desenvolvimento. Ao surgimento do primeiro sinal, procure orientação médica, um diagnóstico precoce pode salvar sua vida e a vida de quem você ama.

No próximo artigo falaremos mais sobre outras formas de diagnóstico, sobre os cuidados paliativos, e o tratamento que sempre visa o bem-estar e a qualidade de vida da paciente, incluindo seu estado de saúde físico e emocional. Continue nos acompanhando!

E para qualquer diagnóstico, você pode contar com o acolhimento da Verità! Estamos preparados para atender você com todo o cuidado que merece em nosso Centro da Mulher Dr. Aliomar Andrade.

 

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Hábitos alimentares devem ser mudados no verão

O verão brasileiro é uma estação que graças às suas características de sol forte e temperaturas elevadas, exige certos cuidados com a saúde e a alimentação, que devem ser redobrados nesse tempo. Assim até mesmo alguns hábitos alimentares devem ser mudados no período.

Nessa estação a alimentação deve ser a mais saudável possível, sempre priorizando o consumo de frutas, legumes e verduras, evitando os alimentos ‘’pesados’’, que não combinam em nada com o verão. Pensando nisso, fizemos um artigo sobre os hábitos alimentares que devem ser mudados nesse período, para que você aproveite o verão da melhor forma possível.

Beba mais água

A primeira e umas das mais importantes mudanças alimentares que devem acontecer no verão é o aumento no consumo de água. Já que, nesse período devido ao calor e as altas temperaturas perdemos mais líquidos e sais minerais.

Sendo assim, é necessário que a reposição de líquidos seja feita de forma mais intensa para manter o corpo sempre hidratado.

E não apenas água, beba também sucos naturais, água de coco, chá gelado e isotônico. Entretanto, evite bebidas com alta concentração de açúcar.

Cuidado com as bebidas alcoólicas

Em geral, as bebidas alcoólicas causam efeito desidratante no corpo, sendo o próprio álcool o grande culpado por isso. Isso acontece porque ele diminui produção do hormônio antidiurético, que é o responsável por regular a perda de água corporal.

Desse modo, quando bebemos vamos mais vezes ao banheiro e assim mais água é eliminada pelo organismo. Sendo esse o grande motivo do cuidado com as bebidas alcoólicas, pois, elas irão retirar mais água do corpo em um período como o verão onde é preciso de mais hidratação.

Outro ponto importante sobre álcool e verão é o fato das pessoas acreditarem que estão se hidratando ao tomarem cerveja, por exemplo.

Consuma menos sal

Para desfrutar do verão de forma mais saudável consuma menos sal, pois ele é um grande responsável pela retenção de líquido.

Além disso, o consumo excessivo dele está relacionado ao aumento da pressão arterial. O ideal é consumir até 5 gramas de sal por dia.

Consuma mais frutas

As frutas são alimentos ricos em nutrientes, fibras e até mesmo em água. Consumi-las no verão vai te ajudar na hidratação e equilíbrio do corpo.

Frutas da estação, maçã, uva, banana, e principalmente a melancia, composta predominantemente por água, são ótimas opções. O indicado é comer pelo menos de 3 a 5 frutas por dia.

Coma mais verduras e legumes

Assim como as frutas, as verduras e os legumes frescos também devem ser consumidos em abundância no verão. Já que eles também são ricos em fibras e nutrientes, e alguns em água, como o pepino.

As saladas são uma boa maneira de aproveitar esses alimentos, criando assim, uma refeição equilibrada e saudável.

Evite os alimentos modificados ou processados industrialmente

Por ser uma estação com altas temperaturas, não é indicado no verão o consumo de alimentos industrializados, como os enlatados e molhos prontos.

Já que, eles são ricos em corantes artificiais, conservantes, estabilizantes e sódio. Então, sempre prefira os alimentos frescos.

Diminua o consumo de frituras

O consumo de alimentos ricos em gorduras e as frituras devem diminuir especialmente no verão, evitando assim problemas gastrointestinais.

Sendo assim, dê preferência aos alimentos grelhados. Escolha também alimentos ricos em gorduras boas como o abacate, o coco e a chia.

Atenção com os alimentos comprados na rua

O calor do verão faz com que alguns alimentos estraguem com mais facilidade, além disso, temperaturas elevadas contribuem para a proliferação de bactérias, que contaminam as comidas.

Desse modo, a dica é: na hora de comer fora de casa é importante ficar atento às condições de higiene do local e a correta conservação das refeições. E se você perceber que o alimento está com uma aparência, cheiro ou gosto estranho, não coma.

Para finalizar

Antes de terminar nosso artigo é importante que você saiba que para manter seu organismo saudável, além de bons hábitos alimentares também é preciso estar com os seus exames médicos em dia, só assim, você ficará ciente de como está a sua taxa de gordura, açúcar, entre outras questões importantes para manter o seu organismo saudável.

Não perca tempo, entre em contato com a Veritá e marque os seus exames, teremos um enorme prazer em te atender.

 

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Doenças comuns no verão cuidados e como evitar

As altas temperaturas e a umidade do verão no Brasil estão relacionadas o surgimento de diversas patologias, sendo necessárias medidas de autocuidado para evitar o surgimento das doenças comuns no verão, como, por exemplo, desidratação e insolação.

A estação começou no dia 21 de dezembro de 2018 e vai até o dia 20 de março de 2019, e além de apresentar temperaturas mais elevadas, também apresenta dias mais longos. O período é esperado com bastante expectativa, já que, coincide com os dias de férias, fazendo com que as pessoas passem mais tempo no sol, praias e piscinas.

Entretanto, antes de sair para aproveitar o verão é preciso ficar atento e aprender a se prevenir das patologias que aparecem com mais frequência nesse período. Sendo assim, leia abaixo quais são as doenças comuns no verão, os cuidados e como evitá-las.

Desidratação

A desidratação é provavelmente o problema de saúde que ocorre com mais frequência no verão, e se caracteriza pela perda excessiva de líquidos e sais minerais do corpo.

A condição ocorre por causa da exposição ao sol, transpiração excessiva e pelo consumo de pouca água.

Sintomas:

Dor de cabeça, prisão de ventre, sonolência, cansaço, boca seca e pegajosa, pele seca, urinar pouco e sede. Além disso, a pessoa que está desidratada pode ter um aumento de irritabilidade.

Como evitar?

A maneira mais simples de evitar a desidratação é bebendo muita água, cerca de 1,5 litro por dia.

É igualmente recomendada a ingestão de sucos naturais, alimentos leves e frescos e o uso de roupas leves.

Insolação

A insolação se caracteriza por causar um aumento na temperatura corporal, e está associada à exposição excessiva ao sol.

Entretanto, a condição também pode acontecer quando o indivíduo fica um longo período em um ambiente seco e quente.

Sintomas:

Febre, pulso acelerado, falta de ar, enjoo, vômito, tontura, além de a pele ficar seca e avermelhada. Às vezes também podem acontecer desmaios.

Como evitar?

Para evitar a insolação é necessário se proteger corretamente do sol, evitando a exposição entre às 10 horas da manhã e às 16 horas da tarde. Além disso, é preciso usar protetor solar (reaplicar a cada 2 horas), bonés e  chapéus.

Também é recomendando se manter hidratado consumindo bastante água, além de outros líquidos como o suco natural.

Conjuntivite bacteriana

A conjuntivite é uma inflamação que atinge os olhos e pode ter origem alérgica, tóxica ou infecciosa (bactérias ou vírus).

A conjuntivite bacteriana ocorre com tanta frequência no verão porque as piscinas e as praias proporcionam um ambiente favorável ao surgimento da enfermidade.

Já que, as bactérias que causam a doença se propagam na água, atingindo os olhos quando as pessoas mergulham.

Sintomas:

Com o surgimento da conjuntivite os olhos podem sofrer com: vermelhidão, inchaço, ardência, coceira e presença de secreção.

Como prevenir?

Sendo assim, para se prevenir da doença evite mergulhar em locais desconhecidos, ou em piscinas sem tratamento da água.

Além disso, evite coçar os olhos sem lavar as mãos e não compartilhe objetos como toalhas e óculos.

Otite

Assim como a conjuntivite bacteriana a otite, infecção no ouvido, também está ligada aos mergulhos em piscinas e mares. Pois, o ouvido molhado facilita a entrada de bactérias e vírus que causam a doença.

Sintomas:

Os sintomas mais comuns da otite são: incomodo e dor no ouvido, além de febre.

Como prevenir?

A forma mais adequada de evitar a otite é usando protetores auriculares ao entrar na água. Na falta dos protetores, ao menos seque os ouvidos com uma toalha ou cotonete assim que sair da água.

Candidíase

A candidíase é uma doença causada por fungos, que encontram no calor e na umidade a condição ideal para se desenvolverem.

A patologia acontece principalmente pelo uso contínuo de roupas de banho molhadas, atingindo as regiões íntimas e mucosas.

Sintomas:

Surgimentos de pontos vermelhos e coceira nas regiões íntimas e nas mucosas.

Como evitar?

Troque sempre a roupa de banho molhada por uma seca, além de secar bem a região íntima.

Além disso, evite sentar diretamente na areia, use cadeiras de praia ou toalhas. Evite também usar roupas apertadas.

Intoxicação alimentar

A intoxicação alimentar é uma condição causada, principalmente, pela ingestão de alimentos contaminados por micro-organismos nocivos.

Algo que acontece pelo consumo de alimentos mal conservados, graça as altas temperaturas do verão.

Esses alimentos são geralmente consumidos nas praias e clubes, entretanto, pode acontecer com qualquer alimento mal conservado.

Sintomas:

Os principais sintomas da Intoxicação alimentar são: diarreia aquosa, vômitos, enjoos, náusea, dor no estômago e febre.

Como evitar?

A forma mais eficaz de evitar a doença é ficar bem atento aos alimentos que serão consumidos no verão.

Preste bastante atenção na aparência, consistência e odor dos alimentos antes de ingeri-los. Além disso, verifique bem as condições de preparo dos alimentos.

Para finalizar

Na hora de cuidar da sua saúde seja no verão ou em qualquer outra estação do ano, não deixe de entrar em contato com a Veritá. A nossa clínica possui os mais variados tipos de exames, além de um atendimento de excelência, com respeito e agilidade.

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