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Novembro Azul Verità: Sem medo de fazer seu exame!

No mês passado conversamos bastante sobre o Outubro Rosa e agora é a vez dos homens, com o Novembro Azul. Precisamos falar da saúde masculina e a importância da prevenção.

A campanha não apenas quer abordar a importância do exame de câncer de próstata, como você já deve ter ouvido, mas também tem como objetivo conscientizar e fazer um alerta importante sobre os cuidados integrais com a saúde do homem, englobando a saúde mental, as doenças crônicas, como a diabetes e a hipertensão, e o câncer de próstata. A campanha fala sobre a prevenção das doenças, sobre o diagnóstico precoce, além de lembrar aos homens que cuidar da saúde é fundamental.

Por isso, nesse artigo vamos ajudar a quebrar o tabu da ida ao médico e da realização de exames periódicos. Continue lendo, não precisa ter medo, a gente vai te ajudar!

 

A importância de se cuidar

Falar sobre a saúde dos homens chamar a atenção para a importância de cuidar-se e para o fato de que prevenir ainda é o melhor remédio são alguns dos propósitos da campanha do Novembro Azul, e é sobre isso que vamos conversar agora. Você sabia que mais de um terço dos homens não cuida da própria saúde?

Esse dado apontado na pesquisa “Um novo olhar para a saúde do homem”,  que foi realizada recentemente pela revista SAÚDE em parceria com o Instituto Lado a Lado Pela Vida, mostrou o resultado de que o câncer é a doença que mais causa medo entre os homens, mas quando o assunto é o autocuidado, ainda existem barreiras que impedem os homens de realizar consultas e exames periódicos. Consultas anuais com urologistas, por exemplo, são realizadas por apenas 20% dos entrevistados, e 59% afirmam que não costumam visitar seu médico.
37% dos entrevistados, com até 39 anos, e 20%, com mais de 40 anos, afirmam que só vão ao médico quando se sentem mal.

Isso nos mostra que os homens ainda relutam em realizar consultas periódicas, o que vai contra a saúde preventiva.

Por isso, essas campanhas para a promoção da saúde devem receber uma atenção especial. A conscientização e o incentivo podem ajudar a aumentar os cuidados preventivos, e consequentemente reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida.

 

Exames e consultas de rotina

Homens em todas as faixas etárias devem realizar periodicamente consultas e exames preventivos, e para cada uma delas há uma necessidade específica que deve ser orientada pelo seu médico, que levará em consideração também o histórico de saúde de cada paciente.

A OMS recomenda que os homens com mais de 40 anos passem a fazer exames preventivos de dois em dois anos. Nos casos daqueles que tenham em seu histórico familiar pessoas com alguma patologia crônica, as ações preventivas devem começar mais cedo, a partir dos 35 anos.

A orientação também muda se for fumante, tiver maus hábitos alimentares, não praticar nenhuma atividade física e estiver acima do peso, para esses casos o acompanhamento médico deve começar a partir dos 30 anos. De qualquer forma, mesmo que você não tenha ido ao médico nos últimos anos, ao completar 50 anos de idade, todos devemos começar a fazer avaliações preventivas!

O check-up adequado para cada faixa etária pode prevenir várias doenças, além de ser essencial para a manutenção de sua saúde. Os exames periódicos que precisam ser realizados com maior frequência são: o hemograma completo, os testes de urina, de glicemia, além da verificação da pressão arterial. Além desses, outros exames devem ser solicitados pelo médico, como:

– Exames cardiovasculares: estes incluem além da medição de pressão, o teste ergométrico, o ecocardiograma, o raio-x do tórax e o exame de ultrassom do coração. Se houver alguma alteração nos resultados ou, dependendo da idade do paciente, do histórico clínico e do histórico familiar, o médico poderá complementar com outros exames mais específicos. Este acompanhamento deve ser iniciado à partir dos 40 anos.

– Exame de próstata: ao contrário do que os homens pensam, este exame não causa incômodo, nem dor. É realizado por meio do toque retal e pela medida sanguínea do PSA (sigla que vem do inglês “prostate-specific antigen”, que traduzida significa antígeno específico da próstata). A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que esses procedimentos sejam realizados anualmente em homens acima de 50 anos. Se já houver diagnóstico de câncer de próstata na família, o PSA deve começar a ser medido a partir dos 45. E caso haja a presença de sintomas como dificuldade para urinar, é indicado a realização desses exames em qualquer faixa etária.

– Colonoscopia: consiste no exame endoscópico do intestino grosso, no qual o colonoscópio, um tubo óptico que filma e analisa toda a mucosa intestinal, verifica se há alterações ou feridas que podem evoluir para tumores. Este exame também deve ser feito a partir dos 50 anos de idade, de 5 em 5 anos. Se for identificada alguma alteração, o exame deve passar a ser feito a cada dois anos.

– Autoexame testicular: a realização do autoexame deve ser diária, da mesma forma que as mulheres fazem com as mamas, é preciso apalpar o testículo para verificar se não há nenhuma alteração. Se algo for encontrado, o paciente deve agendar uma consulta com um urologista.

Esses procedimentos são indicados para detectar algumas das doenças mais comuns que afetam a população masculina no Brasil e podem ajudar a salvar diversas vidas. O diagnóstico precoce permite que até 90% dos pacientes sejam tratados e curados, por isso, não deixe sua saúde para depois, cuide-se!

Por que  Novembro Azul?

O mês de novembro já é uma data oficial no calendário de saúde em todo o mundo. O movimento Novembro Azul teve origem em 2003, na Austrália, e embora ele tenha iniciado para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, aqui no Brasil procuramos trabalhar a campanha em torno da saúde integral do homem.

O objetivo é chamar a atenção para o autocuidado e para o diagnóstico precoce de doenças que atingem essa população. A campanha também procura tornar os homens mais conscientes sobre sua saúde e acabar com alguns preconceitos que podem colocar em risco suas vidas.

Por mais clichê que pareça, cuidar de si mesmo e adotar bons hábitos são determinantes para a sua saúde e para viver melhor. Aproveite o mês de novembro para marcar as suas consultas e exames, você merece.

E se precisar de qualquer coisa, a Verità estará  aqui pronta para atender você!

 

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Outubro Rosa Verità: Fases e sintomas do câncer de mama que você precisa saber – parte II

A campanha do Outubro Rosa deste ano está chegando na reta final, mas é importante lembrar que a conscientização deve durar o ano todo!

Já falamos, na primeira parte deste artigo, sobre os fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento do câncer de mama, sobre as fases da doença e os sinais para ficar em alerta. Você pode conferir aqui.
Nesta segunda parte, abordaremos as outras formas de diagnóstico, os cuidados paliativos e os tratamentos. Fatores tão importantes para o bem-estar e a qualidade de vida da paciente. 

 

Formas de diagnóstico

Estamos sempre ressaltando a importância do diagnóstico precoce, agora vamos explicar o porquê disso. 

Você sabia que as pacientes que descobrem a doença na fase inicial, em grande parte dos casos, aumentam suas chances de tratamento e cura?
A orientação principal é que a mulher conheça seu corpo e fique atenta a qualquer alteração suspeita nas mamas, por isso, para o primeiro diagnóstico a realização do autoexame é essencial.
A detecção precoce da doença também é feita pela mamografia, para este exame a recomendação no Brasil, feita pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) em conjunto com o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) é que seja realizado anualmente em mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Mas em mulheres que possuem mamas mais densas ou que possuem próteses de silicone, a mamografia pode não ser tão eficiente, podendo até confundir o médico especialista em alguns casos. Para essas situações é realizada a ultrassonografia, este exame acaba sendo mais eficiente na visualização de nódulos, e na diferenciação entre áreas sólidas e císticas. 

Além desses, outros exames também podem ser solicitados para um diagnóstico mais avançado e preciso, como o exame de sangue, que serve para verificar a concentração de alguns marcadores que podem ser indicativos de algum processo cancerígeno. Ele também é determinante para a escolha do tratamento certo e para saber como a paciente está respondendo à terapia.

Outro exame que pode ser realizado, especialmente quando houver alterações nos resultados da mamografia ou no ultrassom, é a ressonância magnética. Ela ajuda na confirmação do diagnóstico e na verificação de outros locais que possam estar afetados.
A biópsia é o último exame de diagnóstico utilizado para confirmar a presença do câncer de mama. Com amostras do tecido, retiradas diretamente das lesões da mama, é possível verificar se há ou não a presença de células tumorais.

Assim como acontece no Brasil, em países que participam da campanha do Outubro Rosa e também adotam essas medidas para o diagnóstico precoce, já é possível observar um impacto positivo na redução da mortalidade pelo câncer de mama.

 

Tratamento e cuidados paliativos

Muitas pessoas, quando pensam no câncer de mama, imaginam tratamentos agressivos e invasivos. Mas saiba que os tratamentos evoluíram muito nos últimos anos, e dependendo do estágio, é possível ter uma rotina normal e manter uma boa qualidade de vida.

O tratamento é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas, o médico é quem irá determinar o tratamento mais adequado, que pode envolver quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, tratamento com anticorpos e em alguns casos cirurgias, como mastectomias, quadrantectomia e reconstrução mamária. Vamos desmistificar todos eles a seguir!

– Quimioterapia: este tipo de terapia têm a função de eliminar e impedir o crescimento desordenado das células cancerígenas. Ela vai variar de acordo com o estágio, com a idade da paciente e com as características hormonais de desenvolvimento da doença. A quimioterapia é realizada com a aplicação de medicamentos por via intravenosa, e em alguns casos por via oral. Esta terapia pode pode ser administrada de 4 a 6 meses para a prevenção da recidiva após a cirurgia de retirada do tumor.

– Radioterapia: a radioterapia geralmente é indicada para mulheres que realizaram a retirada cirúrgica do tumor. O tratamento utiliza a radiação ionizante aplicada diretamente no local onde se localizava o tumor com o objetivo de eliminar ou impedir a propagação das células que formaram o câncer. Existem dois tipos, a radioterapia externa e a interna.
A externa consiste na aplicação de feixes de radiação fracionados sobre a área afetada. Esse tratamento é administrado por 5 dias, durante um período de aproximadamente 5 a 6 semanas. Já a radioterapia interna ou braquiterapia, é um tipo de radioterapia, onde o agente radioativo é implantado, por meio de cateteres ou sondas, dentro ou próximo ao órgão a ser tratado e que utiliza fontes radioativas específicas. Geralmente esse tratamento é administrado duas vezes ao dia, durante 5 dias com a paciente em regime ambulatorial.

– Cirurgia: normalmente a cirurgia pode ser associada a outros tratamentos pré ou pós-operatórios, ela tem como objetivo a retirada do tumor mamário e, caso necessário, dos gânglios nos vasos linfáticos localizados nas axilas. Existem alguns tipos de cirurgias no tratamento do câncer de mama. A quadrantectomia é uma delas, ela consiste na retirada de partes da mama onde há presença de tumor, preservando boa parte dos tecidos saudáveis. A cirurgia de mastectomia é outro tipo, esta consiste na retirada total da mama. Quando há indicação para realização da mastectomia, é possível realizar uma segunda cirurgia de reconstrução mamária, que ajuda a devolver a estética da mama para a mulher. 

Além desses tratamentos, existem alguns cuidados paliativos que podem trazer melhorias na qualidade de vida da paciente.
Eles devem incluir, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a chamada “assistência promovida por uma equipe multidisciplinar”, cujo objetivo principal é a melhoria da qualidade de vida da paciente, incluindo também cuidados com seus familiares. Essa assistência vai além dos tratamentos dos sintomas físicos, ela cuida dos aspectos sociais, psicológicos e espirituais da paciente, e deve ser iniciada desde o momento do diagnóstico.

Há muitos boatos em torno do câncer de mama e eles podem gerar muita ansiedade e estresse nas mulheres, não é a toa que o tema da campanha do Outubro Rosa neste ano é “Câncer de mama: juntos, sem medo”.
É preciso desconstruir o medo através da divulgação de informações corretas sobre o diagnóstico precoce, os tratamentos e o convívio com a doença. E nós, da Verità, estamos aqui para cuidar e orientar você com todo carinho!
Conte com o nosso apoio e acolhimento em nosso Centro da Mulher Dr. Aliomar Andrade para diagnósticos precisos.

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Outubro Rosa Verità: Fases e sintomas do câncer de mama que você precisa saber

O mês de outubro traz um alerta importante para a saúde das mulheres sobre o câncer de mama e a Verità, como apoiadora desta causa, não poderia ficar de fora.

É verdade que tivemos progresso desde a primeira ação do Outubro Rosa no Brasil, em 2002, mas esse tipo de câncer ainda é o segundo mais comum entre as mulheres, respondendo por cerca de 28% dos novos casos e, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, é a que mais causa mortes de mulheres no país. E por ainda não existir uma causa específica, a conscientização sobre o câncer de mama é muito importante!

Por isso, queremos conversar com você neste artigo, para falarmos tudo o que você precisa saber sobre os fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento deste tipo de câncer, sobre as fases da doença e os sinais para você ficar em alerta. Confira!

 

Fatores de riscos

Mesmo acometendo também os homens, você sabe por que o câncer de mama está associado à saúde das mulheres? A sua incidência maior ocorre nesta população, enquanto que para os homens representa menos de 1% do total de casos. Isso porque mulheres acima dos 50 anos têm maior risco de desenvolvimento, que somado a outros fatores como o histórico familiar (cerca de 5 a 10% dos casos da tem como causa os fatores hereditários), ao ciclo menstrual (mulheres que tiveram puberdade precoce, antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa mais tarde (após os 55 anos), têm aumento no risco desse tipo de câncer devido a exposição mais longa aos hormônios femininos.

O estilo de vida também deve ser levado em consideração, excesso de peso, a não prática de atividades físicas, o consumo de bebidas alcoólicas em excesso e fumar, também colaboram com os fatores de risco. Aliás, ter hábitos saudáveis traz diversos benefícios para a nossa vida, não é mesmo?!

E essa dica agora é para as mamães e para as futuras mamães: você sabia que a amamentação é considerada um fator protetor? Isso mesmo, além de todos os benefícios que já conhecemos, ela ajuda a prevenir a doença, pois quando o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário. Deste modo, se tiverem células cancerígenas, elas serão eliminadas e renovadas. Outro benefício é que as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer caem durante o período de aleitamento. Assim, quanto mais prolongada for a amamentação, maior a proteção para a mãe e para o bebê. 

É importante lembrar que ter um fator de risco, não significa que você vai ter a doença, pois é difícil saber o quanto desse fator pode ter contribuído para o seu desenvolvimento. Fazer o acompanhamento periódico da sua saúde ainda é a melhor forma de diagnóstico, de cuidado e de carinho com você mesma.

 

Fases e estágios

Conhecer todas as fases é determinante para a realização do tratamento correto. Identificar os estágios do câncer de mama ajuda a classificar a doença de acordo com sua extensão ou gravidade, e auxilia o médico na escolha do melhor tratamento. 

Essa classificação baseia-se nas características do chamado tumor primário (que atinge somente as mamas), nas características dos gânglios linfáticos da mama (se o câncer invadiu os vasinhos próximos), e na presença ou ausência de metástase à distância (que é quando forma-se tumores). Desta forma, podemos classificar em estágios que vão do 0 ao 4:

  • Estágios 0, 1 e 2: são os estágios iniciais, nos quais o tumor está limitado à mama. Nestes estágios as chances de cura são grandes, desde que o diagnóstico ocorra cedo e que a paciente responda bem ao tratamento.
  • Estágio 3: neste estágio ele é chamado de “câncer de mama localmente avançado”, o que significa que o câncer pode ter se espalhado para os nódulos linfáticos e para outros tecidos da mama, mas não para outros locais do corpo.
  • Estágio 4: neste estágio é que acontece o “câncer de mama metastático” ou “avançado”. Nesta fase, há uma disseminação da doença para outros locais do corpo.

Em todos esses casos, quando detectado precocemente, as chances de sucesso no tratamento são maiores. E por esta razão, vale ressaltar a importância das consultas de rotina, do autoexame mensal e do exame de mamografia a cada dois anos.

 

Cuidados com você mesma

Os sintomas costumam surgir tardiamente, por isso, alguns sinais precisam de um cuidado maior.

O mais comum é o aparecimento de um caroço na mama, mas existem outros indícios  que são desconhecidos por muitas mulheres, como a irritação e o aparecimento de irregularidades na pele, com covinhas ou franzidos, que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja.

Outros sinais que podem surgir são a dor no mamilo ou inversão do mamilo (quando fica mais para dentro), vermelhidão ou descamação da pele da mama. Também existe a presença de caroço palpável nas axilas e o surgimento de secreção geralmente transparente, podendo ainda ser rosada ou avermelhada, devido à presença de glóbulos vermelhos mais concentrada na região.

É preciso estar sempre atenta ao seu corpo e o seu desenvolvimento. Ao surgimento do primeiro sinal, procure orientação médica, um diagnóstico precoce pode salvar sua vida e a vida de quem você ama.

No próximo artigo falaremos mais sobre outras formas de diagnóstico, sobre os cuidados paliativos, e o tratamento que sempre visa o bem-estar e a qualidade de vida da paciente, incluindo seu estado de saúde físico e emocional. Continue nos acompanhando!

E para qualquer diagnóstico, você pode contar com o acolhimento da Verità! Estamos preparados para atender você com todo o cuidado que merece em nosso Centro da Mulher Dr. Aliomar Andrade.

 

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Verità completa 2 anos de excelência em atendimento e exames de imagem

Há dois anos, completados no último dia 21/06/2019, a Verità Diagnósticos oferece aos seus pacientes serviços médicos com qualidade, respeito e agilidade. Antes de iniciar as atividades de forma independente, seus fundadores atuaram no setor de radiologia de um dos principais hospitais de Farroupilha e, compreendendo a necessidade de expansão, investiram na sua infraestrutura e reabriram em um ambiente totalmente novo.

O crescimento da Clínica sempre foi notório e constante. Com sólidos valores pautados na ética, profissionalismo e humanização, a Verità sempre manteve o padrão de excelência no atendimento e na prestação dos serviços.

Hoje, dentre os exames ofertados pela clínica estão Mamografia, Ultrassonografia Geral, Cardíaca, Vascular, com Doppler Colorido, Mamária, Raio-X Digital e Tomografia Computadorizada, todos oferecidos com a máxima excelência que se pode esperar.

Pioneira quando o assunto é inovação e qualidade, a Verità dispõe de um Centro idealizado para cuidar da saúde da mulher: o Centro da Mulher Dr. Aliomar Andrade. Este espaço foi cuidadosamente pensado para recepcionar o público feminino de forma acolhedora e reservada e conta com uma equipe especializada em saúde da mulher.

O atendimento técnico e humanizado aliado à utilização de equipamentos e métodos de última geração permitiu que a clínica atingisse o marco de mais de 50 mil atendimentos e mais de 76 mil exames realizados.  Estes números refletem o trabalho de qualidade desempenhado pelos seus profissionais e a busca incansável pela promoção do bem-estar de seus pacientes.

Para celebrar estes anos de existência, é impossível não considerar a importância da comunidade atendida, que, através de suas valiosas contribuições, sempre foi um dos suportes fundamentais para o crescimento da Clínica. Servir Farroupilha e região sempre foi um orgulho imenso e ao relembrar estes atendimentos, conduzidos pela equipe multidisciplinar extremamente qualificada, é possível perceber as razões que conduzem a Verità ao caminho do sucesso.

Trabalhar com propósito e dedicação é a meta escolhida para os próximos anos. É neste clima de gratidão que toda a equipe da Veritá está pronta para recebê-lo. Entre em contato conosco, agende o seu exame e venha nos conhecer!

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6 razões para tornar a doação de sangue um ato de solidariedade frequente

No último dia 14 de Junho (sexta-feira), foi celebrado o “Dia Mundial do Doador de Sangue”. Aproveitando a data, muitos hospitais e órgãos de saúde lançaram a campanha Junho Vermelho, visando sensibilizar sobre a importância da prática.

O número de doadores no Brasil ainda é muito baixo. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, apenas 1,8% da população doa sangue regularmente. Muitos fatores podem contribuir para essa baixa estatística, tal como o desinteresse, a falta de informação sobre o tema e até mesmo o preconceito.

Nos Estados Unidos e Europa, diversas ações são realizadas continuamente e de forma estratégica para aumentar a captação de doadores, contribuindo para que esse índice seja um maior, entre 5 a 7%.

No entanto, um fato que muitos desconhecem é que a doação de sangue, além de ser um ato de solidariedade e inegável contribuição à sociedade, também beneficia o indivíduo doador. Por isso, neste artigo, serão apresentadas 6 razões para doar sangue com regularidade.

 

Razão número 1: Doar sangue faz bem ao coração

O processo de retirada do sangue do organismo induz a reposição natural de células vermelhas pelo mesmo. Em nível científico, já foi comprovado que esse processo auxilia na diminuição dos riscos de entupimento das artérias do coração e do cérebro, uma vez que estimula a própria renovação celular.

 

Razão número 2: Descanso do trabalho

De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o doador de sangue tem direito a ausentar-se do trabalho por um dia durante o ano, justificando a sua ausência através da apresentação de uma declaração de comparecimento.

No entanto, é importante consultar previamente a legislação do município e do estado em questão. Alguns estados oferecem certos benefícios adicionais e específicos, tais como meia-entrada em salas de cinema.

 

Razão número 3: Check-up gratuito

Antes da doação, o indivíduo é submetido a uma série de exames para controle de qualidade. Esses exames também são vantajosos ao doador, uma vez que permitem que ele obtenha um panorama sobre a própria saúde sem precisar custear o valor dos exames. Essa vantagem é especialmente útil para aqueles que não podem contar com um plano de saúde particular.

Os exames para doação de sangue incluem Sífilis, Hepatite B e C, Doença de Chagas, AIDS, assim como detecção para os vírus do HTLV I e II.

Assim como os exames, os doadores são submetidos a uma entrevista, a qual na verdade é um questionário comportamental para identificar infecções prévias e possíveis comportamentos de risco.

 

Razão número 4: Doar sangue não é prejudicial ao organismo

Muitos mitos e até mesmo fake news a respeito do assunto dificultam o processo de captação de sangue. No entanto, é importante esclarecer algumas questões.

Dentro de 24 horas após a doação de sangue, o volume coletado é reposto pelo organismo. Durante a doação são coletados 450 ml de sangue, o qual corresponde a 10% do sangue total de um indivíduo adulto.

Da mesma forma que não há prejuízo em relação ao volume de sangue, sua densidade também não é alterada. Outro mito popular é de que o sangue fica mais fino ou até mais grosso após a doação, contradizendo o princípio natural de renovação celular.

Alguns também podem acreditar que a doação de sangue pode engordar ou até emagrecer o doador com facilidade, contudo não há nenhuma evidência científica que comprove essa idéia.

 

Razão número 5: Doar sangue é seguro

Durante a coleta de sangue não há riscos de que o doador contraia doenças infecciosas, uma vez que o material utilizado é estéril e submetido à rigorosas medidas de biossegurança.

 

Razão número 6: Doar sangue é um ato de solidariedade

Uma bolsa de sangue pode salvar a vida de até quatro pessoas. Após a coleta, o sangue é fracionado em componentes sanguíneos, tais como concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas e plasma.

Na qualidade de ato de solidariedade, a prática de doação de sangue também auxilia no bem estar emocional e psicológico do doador.

 

Quem pode doar sangue?

Alguns requisitos para a doação de sangue incluem primeiramente idade compreendida entre 16 a 69 anos. Porém, pessoas acima dos 60 anos só podem doar caso já tenham doado em vezes anteriores, e doadores entre 16 e 17 anos devem comparecer ao hemocentro na companhia dos pais.

O peso também é um fator relevante. O requisito estabelecido é de no mínimo 50 quilos.

O doador deve estar descansado, ou seja, ter dormido por pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas; estar em boas condições de saúde; estar bem alimentado (uma dica é evitar alimentos gordurosos até 2 horas antes de doar); e não ter consumido bebida alcoólica por um período de 12 horas antes da doação.

Em relação às boas condições de saúde, fatores impeditivos incluem a presença de febre no dia da doação e o aumento ou redução da pressão sanguínea (assim como dos batimentos cardíacos) no momento da doação.

Casos de gravidez, amamentação, doadores com tatuagem recente, assim como história recente de procedimentos endoscópicos e de extração dentária, devem aguardar em média 12 meses para realizar a próxima doação.

É importante que o doador apresente ao hemocentro algum documento oficial com foto.

 

Consequências da falta de doadores

Falta de estoque de sangue em hospitais pode refletir no cancelamento de cirurgias e de procedimentos. Pacientes que realizam quimioterapia também são prejudicados, uma vez que, quando não recebem transfusão sanguínea, podem não resistir ao tratamento.

Em relação aos grandes procedimentos cirúrgicos, a maior preocupação e prejuízo recaem sobre as cirurgias cardíacas, transplantes de fígado, transplantes renais e transplante de medula óssea.

Infelizmente, ainda não há produtos que possam agir como substituto ao sangue humano, logo, determinadas ocorrências médicas dependem exclusivamente de estoques de componentes sanguíneos. Quando é necessário retardar uma transfusão sanguínea, soluções temporárias incluem o uso paliativo de produtos sintéticos.

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Informar e sensibilizar sobre importantes temas em saúde também é missão da Vèrita Diagnósticos. Se esse artigo foi útil para você, compartilhe-o nas redes sociais, de modo a aumentar a visibilidade sobre o tema.

Aqui no blog também há outros artigos de grande utilidade pública. Fique à vontade para conhecê-los.

 

A Vèrita Diagnósticos é uma clínica especializada em diagnósticos por imagem, caso também queira conhecer os nossos serviços, ou marcar exames especializados, estaremos aguardando a sua ligação no número (54) 3011-0092.

Conte conosco.

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Exames de imagem para diagnóstico de doenças pulmonares

As doenças pulmonares representam uma das maiores preocupações em saúde ao nível mundial. Além de responderem por um sexto das mortes em todo o mundo, elas implicam em um potencial incapacitante, visto que em muitas há um aspecto crônico que se estende por longos anos.

As doenças pulmonares também implicam em alto custo relacionado aos cuidados primários, bem como relacionado aos tratamentos hospitalares.

No Brasil, as principais doenças pulmonares incluem a apnéia obstrutiva do sono, asma, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), pneumonia, embolia pulmonar, tuberculose, câncer de pulmão e doenças intersticiais.

Os exames de imagem do tórax, juntamente com a história clínica, são imprescindíveis na detecção destas patologias, uma vez que fornecem visualização e possibilidade de análise de estruturas anatômicas.

Entre os exames de imagem, estão inclusos as radiografias torácicas, tomografia computadorizada (TC), angiografia por TC, ressonância magnética (RM), ultrassonografia, cintilografia nuclear do pulmão, angiografia arterial pulmonar e tomografia por emissão de pósitrons (TEP).

Os exames de Raio-X, tomografia computadorizada e ultrassonografia são serviços oferecidos pela Verità Diagnóstico.

Para entender um pouco mais sobre cada método de diagnóstico frequentemente solicitado pelos médicos para casos de doença pulmonar, bem como sobre as principais patologias do sistema respiratório, continue conosco.

Boa leitura.

Patologias pulmonares mais comuns no Brasil

A apnéia obstrutiva do sono é a doença pulmonar mais prevalente. Estudos epidemiológicos regionais realizados no estado de São Paulo revelaram que 32,8% das pessoas com mais de 20 anos manifestam a partir de 5 episódios de apnéia do sono por hora.

A asma é uma das grandes preocupações do Ministério da Saúde, o qual disponibiliza medicamentos gratuitos para o tratamento da doença. Este quadro é mais comum na infância, através da manifestação de sintomas como sibilos e chiado no peito, dificuldade para respirar e respiração encurtada.

A DOPC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) está intimamente ligada ao tabagismo, e resulta na combinação entre enfisema e inflamação das vias aéreas. É uma doença diagnosticada através de testes de função pulmonar. Pessoas enquadradas no grupo de risco são os indivíduos com mais de 40 anos que teriam fumado um maço de cigarro (ou mais) diariamente, por um período de, no mínimo, 10 anos. Em alguns poucos casos (de 10 a 20%), a doença também ocorre em indivíduos não-fumantes.

As pneumonias são infecções que se instalam nos pulmões em decorrência da penetração de algum microorganismo (vírus, bactérias e fungos) ou partícula, assim como em decorrência de reações alérgicas. Essas infecções afetam os alvéolos pulmonares (regiões nas quais ocorrem as trocas gasosas).

A embolia pulmonar ocorre quando há bloqueio de uma ou mais artérias pulmonares. Na maioria dos casos, este bloqueio é causado por coágulos. Gestantes e pessoas idosas possuem um risco aumentado em desenvolver a doença.

Em relação à tuberculose, a Organização Mundial de Saúde estima que cerca de um terço da população mundial esteja infectada pelo agente causador, o Mycobacterium tuberculosis, apresentando um grande risco em desenvolver a enfermidade. A presença da doença também aumenta o risco de desenvolvimento do HIV.

O câncer de pulmão detém forte correlação com o tabagismo, fumo passivo, exposição às toxinas presentes no ambiente (risco ocupacional), assim como ao histórico familiar. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), dentre os tipo de câncer, este é o segundo mais prevalente entre homens e o terceiro mais prevalente entre as mulheres.

As doenças pulmonares intersticiais são resultantes de danos nas células que rodeiam os alvéolos, contribuindo para um quadro de grande inflamação e fibrose em torno dos pulmões. Esses quadros são raros em pessoas com menos de 50 anos. Estimativas apontam que no Brasil, no ano de 2015, a média foi de 12 mil casos.

Conhecendo os exames de imagem para doenças pulmonares, um a um

O Raio-X de tórax é uma técnica que proporciona visão geral do coração e dos vasos sanguíneos de grande calibre. Em relação aos pulmões, permite identificar tamanho e contorno, podendo revelar inclusive quando há alguma doença grave nos mesmos, na parede torácica, nas costelas ou espaços adjacentes. As radiografias podem indicar a maioria dos casos de pneumonia, tumor de pulmão, colapso pulmonar, derrame pleural e etc.

A tomografia computadorizada é uma técnica mais detalhada do que a radiografia comum. As imagens são analisadas em computador, e os cortes fornecidos a partir de diversos planos. O contraste pode ser injetado na corrente sanguínea ou administrado via oral, de modo a fornecer maior clareza na identificação das imagens.

O exame de imagem chamado angiografia por TC utiliza contraste, injetado especificamente na veia do braço, de modo a produzir imagens de vasos sanguíneos, abrangendo neste quesito a artéria pulmonar (responsável por transportar sangue do coração para os pulmões).

A ressonância magnética (RM) é um exame mais demorado do que a tomografia computadorizada, não utiliza radiação e permite visualizar anormalidades nos vasos sanguíneos torácicos.

No exame de ultrassonografia, a imagem é formada a partir do reflexo de ondas de som, presentes no corpo. É um método frequentemente utilizado para detecção de líquido presente no espaço pleural (área delimitada entre as camadas que revestem o pulmão).

O exame de cintilografia nuclear do pulmão é uma indicação bastante frequente para os casos de embolia pulmonar, assim como pode ser utilizado para avaliação pré-operatória em indivíduos com câncer de pulmão.

Na angiografia arterial pulmonar, o contraste é injetado diretamente na artéria pulmonar. Este exame pode clarificar resultados de cintilografia pulmonar (de acordo com as recomendações do médico).

A tomografia por emissão de pósitrons (TEP) possui aplicabilidade para os casos nos quais há suspeita de câncer, e se utiliza das diferenças de taxa metabólica entre os tecidos cancerosos (considerados malignos), e os tecidos não cancerosos (considerados benignos). À critério do médico, este exame poderá ser combinado aos exames de tomografia computadorizada.

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A partir do conhecimento sobre as principais doenças pulmonares e os principais exames de imagem para estabelecer/complementar o diagnóstico destas patologias, a Verità Diagnósticos cumpre o seu papel de não apenas ofertar serviços de qualidade, como também realizar educação em saúde.

Nosso blog está à sua disposição, com muito conteúdo informativo.

Aqui no site, também é possível conhecer os exames oferecidos pela Verità, assim como agenda-los para uma data adequada à sua rotina. Caso prefira ligar, nosso telefone é (54) 3011-0092.

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Coração de mãe merece todo o cuidado: a importância de cuidar da saúde cardiovascular durante a gravidez

Neste domingo, comemora-se o dia das mães, essas mulheres exemplares que se dedicam à formação e amparo de outros seres humanos, mas que também precisam olhar com mais carinho para a própria saúde e as próprias necessidades.

As mães são fortes, mas também estão vulneráveis às doenças, muitas vezes resultantes da sobrecarga que o papel impõe.

Neste artigo, você conhecerá especificamente algumas informações referentes à saúde cardiovascular para gestantes e mulheres de modo geral.

 

Boa leitura.

 

Saúde cardiovascular e o público feminino

As doenças cardiovasculares estão cada vez mais frequentes na atualidade, e o mais curioso é que as mulheres já são tão propensas a esses quadros clínicos quanto os homens. Para algumas patologias, o número de mulheres acometidas chega a ser superior ao índice encontrado para o público masculino, como é o caso do infarto do miocárdio, no qual o percentual é de 19% nas mulheres e 13,7% nos homens.

Algumas mulheres podem não levar a sério os sintomas, principalmente em sua fase inicial. Isto pode ser justificado pelo fato delas priorizarem a atenção com aqueles que estão ao seu redor, e que precisam de seus cuidados, em detrimento delas próprias.

 

Os sintomas cardíacos podem ser diferentes para mulheres e homens

Nos homens, por exemplo, o sintoma de pressão no peito frequentemente é manifestado como um aperto que começa no tórax e migra para o braço, através de um formigamento. Para as mulheres a pressão no peito pode ser percebida como uma queimação que resulta em cansaço, a qual pode ser confundida com ansiedade ou excesso de preocupações diárias, no entanto, quando este sintoma é diário, é hora realizar um check-up.

Dor nas costas, no pescoço, nos ombros, no abdômen superior (acima do umbigo) e na mandíbula também pode indicar um sinal de doença cardíaca em mulheres. No caso da cor nas costas, é comum que haja confusão com problemas de coluna ou osteoporose, para tirar a dúvida, uma consulta com o médico é a solução. Dores nas costas, na mandíbula e no pescoço estão mais associados aos problemas cardíacos em mulheres do que em homens.

Homens com problemas cardíacos tendem a manifestar desmaios espontâneos. Para a mulher, há pequenas vertigens que muitas vezes são desconsideradas.

Sensação de estômago pesado e acidez recorrente que pode terminar em vômitos, também são manifestações bastante frequentes de uma provável doença cardiovascular. Procurar um médico é imprescindível para descartar a possibilidade de outras doenças, tais como refluxo gástrico.

 

Saúde cardiovascular na gravidez

As mulheres, durante a gravidez, parto ou puerpério, apresentam um risco maior para desenvolver doenças cardíacas. Esse risco ainda teria aumentado em torno de 25 % entre os anos de 2002 a 2014, segundo um artigo norte-americano publicado no periódico científico Mayo Clinics Proceedings, no ano passado (2018).

Durante a gravidez, o coração trabalha de modo mais intenso, somado a isso alguns fatores de risco tem demonstrado grande influência sobre a manifestação de doenças cardíacas.

Neste estudo, foi demonstrado que as gestantes na faixa etária compreendida entre 35 a 39 anos apresentam cinco vezes mais chances de problemas cardíacos do que as mulheres de 20 e poucos anos, por exemplo.

Fatores prejudiciais à qualidade de vida (tais como sedentarismo, má alimentação, tabagismo, estresse cotidiano e obesidade) também impactam significativamente na saúde cardíaca das futuras mamães.

Mulheres que já apresentam alguma cardiopatia devem ter em mente que a sua gestação poderá ser considerada de risco, tanto para elas, quanto para o bebê. É muito importante que aquelas que desejam engravidar realizem anteriormente uma avaliação cardiológica.

À medida que a gravidez progride, a demanda do coração aumenta, assim como aumenta durante o trabalho de parto.

Uma doença cardiovascular na gestação pode resultar em prematuridade do feto, assim como na geração de crianças que também apresentem deficiências cardíacas. Todavia, em algumas situações, isto não ocorre.

Caso haja cardiopatia já instalada ou tendência para o quadro, o acompanhamento por um cardiologista é indispensável durante a gravidez.

 

Prevenção de doenças cardiovasculares

É comum vermos periodicamente campanhas a favor da realização de exames ginecológicos, no entanto, a mesma atenção não é dada aos exames cardiológicos para mulheres.

Exames cardiológicos que podem ser feitos como rotina incluem o eletrocardiograma (para avaliar o ritmo do coração e investigar arritmias), Raio-X de tórax (para analisar o contorno do coração e da artéria aorta) e MAPA (destinado a monitorar a pressão arterial por um período de 24 horas).

O exame de Raio-X é um dos serviços oferecidos pela Vérita Diagnóstico.

Além da realização de exames, é importante que, independente de situação de gravidez, haja adoção de hábitos de vida saudáveis. Neste quesito, inclui-se a prática de atividades físicas regulares (no caso de gestantes, as atividades mais indicadas são as aeróbicas, tais como caminhada); uma dieta equilibrada, com consumo de bastante frutas, verduras e boa ingestão de água; o cumprimento das 8 horas diárias de sono; e a procura por alternativas que visem a redução do estresse.

Para as mamães e futuras mamães, é importante ter a consciência de que tão necessário quanto criar os filhos de forma saudável e com bons valores, é cuidar da sua própria saúde e não negligenciar pequenos sinais emitidos pelo organismo.

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Sabendo da importância da educação em saúde como forma de prevenção, nossa equipe trouxe este artigo até você.

Prezamos pela sua qualidade de vida para desfrutar verdadeiramente das boas experiências da maternidade.

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Novidades no tratamento do câncer de mama: entenda porque muitas mulheres não precisarão mais de quimioterapia

Neste último dia 08 de Abril (segunda-feira) foi comemorado o dia mundial de luta contra o câncer, e nada melhor para comemorar a data do que esta boa notícia: novas alternativas à quimioterapia já estão sendo estudadas e implementadas. A novidade foi divulgada no ano passado (2018) no maior congresso oncológico do mundo realizado em Chicago, nos Estados Unidos, e publicado em uma revista científica internacional.

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo. Muitos fatores de risco estão associados à doença, tais como idade superior aos 50 anos, hereditariedade, história reprodutiva, exposição contínua a radiações ionizantes (ou produtos tóxicos) e alcoolismo.

Em relação à história reprodutiva, estão inclusos fatores como a primeira menstruação antes dos 12 anos de idade, o uso de contraceptivos hormonais, gravidez após os 30 anos ou ausência de gravidez e menopausa após os 55 anos.

O câncer de mama resultante de fatores genéticos e hereditários é responsável por apenas 5 a 10 % das ocorrências da doença.

Como todo tipo de câncer, o câncer de mama apresenta estágios, e , dependendo do estágio de evolução, um tratamento específico poderá ser indicado, a exemplo das cirurgias, quimioterapia, hormonioterapia, imunoterapia e radioterapia. Algumas circunstâncias demandam combinação entre duas modalidades de tratamento, no entanto a cirurgia é uma indicação geral para todos os casos.

A quimioterapia, mais precisamente, pode gerar inúmeros efeitos colaterais, dentre eles a perda de cabelo, náuseas, vômito e dores, o que ocasiona um desconforto extra associado à convivência com a doença.

Neste artigo, você conhecerá um pouco mais sobre o câncer de mama e sobre esta grande novidade referente às suas novas possibilidades de tratamento para aqueles pacientes que teriam de se submeter à quimioterapia.

Boa leitura.

 

Considerações gerais sobre o câncer

Câncer é uma condição patológica caracterizada pelo crescimento desordenado de células, as quais podem invadir tecidos e órgãos, dividindo-se rapidamente de forma agressiva e incontrolável. Essa atividade acelerada das células contribui para a formação dos tumores.

Dependendo da localização primária na qual esses tumores estejam ‘instalados’, o câncer é classificado como pertencente a um tipo específico, a exemplo do câncer de próstata, câncer de pulmão, câncer de fígado entre outros.

 

Sintomas específicos do câncer de mama e métodos para o diagnóstico

O autoexame regular de mama é uma forma eficaz de perceber alterações na mama ainda no seu estágio inicial. Essas alterações podem ser vermelhidão ou pele mais enrijecida, alteração na coloração e no formato da auréola, presença de nódulo indolor, liberação de líquido pelo mamilo, aumento da temperatura das mamas, crostas ou feridas e presença de veias perceptíveis.

Os sintomas podem surgir de modo isolado ou em conjunto. Na detecção de qualquer um desses sintomas, deve-se procurar o médico mastologista para , com auxílio dos exames, obter o diagnóstico preciso do caso. Em algumas circunstâncias, pode ser um nódulo benigno ou inflamação de algum tecido mamário, casos que também demandam tratamento/intervenção, embora de modo menos invasivo e agressivo.  

A confirmação do câncer de mama ocorre por meio do exame clínico das mamas, associado a exames de imagem como a mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. Dentre estes, a ultrassonografia mamária e mamografia são ofertados pela Vérita diagnósticos. No entanto, a confirmação só é realizada por meio de biópsia, ou seja, retirada de um fragmento do nódulo suspeito, através de punções com a agulha ou de pequenas cirurgias.

Em relação aos tecidos atingidos pelo câncer de mama, pode haver acometimento dos ductos, lobos e glândulas mamárias, de forma in situ ou invasiva. Quando o câncer se manifesta na auréola em torno dos mamilos, o quadro é chamado de Doença de Paget. Conforme a extensão do acometimento das células patológicas, o câncer é dividido em 4 estágios.

Quando o câncer de mama está em estágio mais avançado, além da intensificação dos sintomas específicos, há dores ósseas, perda de apetite, fraqueza muscular e dor de cabeça intensa. Esses sintomas são causados pela metástase das células malignas para outros órgãos do corpo, tais como pulmões e cérebro.

 

Um pouco mais sobre o estudo que aponta alternativas à quimioterapia

O estudo mencionado no início do artigo foi iniciado no ano de 2006 e financiado pelo governo americano, governo canadense e algumas entidades filantrópicas. Neste estudo, foram avaliadas 10.273 mulheres com idade compreendida entre 18 e 75 anos, e avaliadas por meio de um teste genético que possibilita descobrir se as chances de reincidência após o tratamento são baixas, intermediárias ou altas.  

Segundo os parâmetros deste teste genético, as pacientes com risco considerado intermediário ou baixo poderiam ser poupadas da quimioterapia e tratadas apenas com hormonioterapia.

Em termos gerais, a quimioterapia ainda é indicada para a maioria dos casos de modo a tratar a doença e prevenir sua reincidência nos 3 anos seguintes ao tratamento. No entanto, com a aplicação deste teste aproximadamente 70% das mulheres poderão evitar a quimioterapia e seus efeitos colaterais.

Aqui no Brasil, o teste já está disponível, porém, não é oferecido pelo SUS e possui um valor bastante elevado, equivalente a aproximadamente 12 mil reais, ou seja, infelizmente ainda é inviável para a maioria da população.

 

Considerações finais

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais atinge as mulheres e está relacionado a uma diversidade de fatores de risco. Possui sintomas específicos relacionados às alterações nas mamas. O diagnóstico é clínico, através de exames de imagem e de biópsia. O tratamento pode ser através de cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e hormonioterapia. A quimioterapia, no entanto, implica em muitos efeitos colaterais, porém, pode ser evitada por meio da realização de um teste genético que mede o risco de reincidência da doença. Infelizmente, este teste ainda não é disponibilizado pelo SUS.

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Sabendo da importância da conscientização sobre o câncer é que trouxemos este artigo até você.

Na Vérita diagnósticos estamos sempre preocupados em trazer a você informações que assegurem a saúde e o bem-estar em caráter integral.

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Tuberculose: Quais são os primeiros sintomas da tuberculose e o que fazer?

Dores no peito, tosse com mais de 3 semanas, falta de ar, perda de peso e cansaço excessivo, febre baixa (principalmente durante a noite), sudorese noturna e perda de apetite são os principais sintomas da tuberculose.

No entanto, é importante saber que há muitos casos nos quais não há manifestação de nenhum sintoma, visto que não existe tuberculose apenas na forma pulmonar, e essa infecção pode ser instalar em outros órgãos/ estruturas, tais como ossos, linfonodos, sistema nervoso, intestino e sistema genitourinário.

A tuberculose é uma doença de grande incidência no Brasil, visto que anualmente são notificados cerca de 70 mil casos novos.

Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre os sintomas iniciais da doença, assim como fatores relacionados à transmissão e prevenção.

 

Tuberculose: Qual o agente causador?

A tuberculose é causada por uma bactéria, mais precisamente uma micobactéria (ou seja, bactéria na forma de bastonete reto ou curvado), chamada Bacilo de Koch (BK).

O Bacilo de Koch foi descoberto no ano de 1882, pelo médico patologista Robert Koch.

 

Tuberculose: Como ocorre a transmissão?

A modalidade de transmissão da tuberculose é classificada como transmissão direta, ou seja, através do contágio de pessoa para pessoa.

O bacilo da tuberculose é expelido através da fala, tosse e do espirro; sendo que essas últimas formas de contaminação são as mais prováveis, visto que há certo movimento de propulsão vindo do pulmão.

Essas gotículas de saliva expelidas ficam em suspensão no ambiente na forma de aerossóis, sendo que dessa forma podem ser facilmente inaladas por outras pessoas, gerando a contaminação. Em ambientes fechados e não arejados, o bacilo pode sobreviver por um período de tempo de até 8 horas.

Apenas pessoas com tuberculose nas formas pulmonar e laríngea, podem transmitir a doença.

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que, dentro de 1 ano, um indivíduo com baciloscopia (exame para tuberculose) positiva inserido em uma comunidade é capaz de infectar uma média de 10 a 15 pessoas. No entanto, essa estimativa não é cumprida caso o tratamento seja precoce, ou seja, no início da manifestação dos sintomas, visto que após o início do tratamento, a transmissão diminui progressivamente.

 

Tuberculose: Quais os prováveis fatores de risco?

É muito grande a chance de que alguém entre em contato com o bacilo da tuberculose (através da inalação de partículas infecciosas) e não desenvolva a doença, deixando a bactéria em estado de incubação.

Por outro lado, indivíduos com o sistema imune debilitado possuem uma grande probabilidade em desenvolver a infecção. O tempo estimado para manifestação dos primeiros sintomas varia em torno de 4 a 12 meses.  

Fatores de risco para o desenvolvimento da infecção incluem o uso de drogas, alcoolismo, tabagismo, desnutrição , infecção pelo HIV e diabetes.  

Pacientes infectados pelo vírus do HIV tem mais chance em desenvolver a tuberculose nas formas extrapulmonares.

Crianças e idosos por apresentarem o sistema imune mais frágil devem estar ainda particularmente mais atentos aos sintomas, de modo a iniciar o tratamento rapidamente.

 

Tuberculose: Os sintomas

A tosse talvez seja o sintoma mais conhecido da doença. Ela torna-se um fator preocupante e indicativo quando é bastante frequente e excede o período de 3 semanas. Em relação ao tipo de tosse, não há um padrão definido, pois esta pode ser seca (ou seja, sem secreção), produtiva (com secreção), sanguinolenta ou pio-sanguinolenta (sangue com secreção purulenta). Em alguns casos, a tosse pode evoluir de um tipo a outro.

Essa tosse pode ser intensificada caso o indivíduo seja um fumante, visto que as substâncias nocivas do cigarro tem a capacidade de aumentar o volume de muco produzindo pelos brônquios. Esse excesso de muco irrita as mucosas  estimulando, por consequência, o reflexo da tosse.

A tosse é uma manifestação característica da tuberculose pulmonar. No entanto, quando a infecção atinge outros órgãos e há manifestação dos sintomas, estes incluem inchaço e dor na região afetada.

Para os casos de tuberculose pulmonar, também há sensação de dor torácica, cansaço (muito associado à dor e ao comprometimento pulmonar) e dispnéia (ou seja, dificuldade para respirar). A febre é um sintoma não tão frequente, porém quando se manifesta é preferencialmente no período da tarde. O indivíduo com tuberculose também apresenta a tendência em emagrecer repentinamente e sem causa aparente.

 

Tuberculose: O que fazer ao detectar os sintomas?

Ao detectar os sintomas, é importante agendar consulta médica para investigar melhor o quadro.

O médico analisará o relato dos sintomas e solicitará exames comprobatórios, os quais, de acordo com o Ministério da Saúde, podem ser bacteriológicos, como a baciloscopia, o teste molecular para tuberculose ou a cultura para micobactéria; ou de imagem, tais como o Raio-X de tórax que atua em caráter complementar. É importante saber que, mesmo o Raio-X sendo um exame complementar, ele sempre deve ser realizado para os casos suspeitos de tuberculose pulmonar.

 

Tuberculose: Como ocorre o tratamento?

O tratamento da tuberculose obedece a um protocolo de antibióticos estabelecido pelo Ministério da Saúde. Esses antibióticos devem ser ingeridos diariamente por um período mínimo de 6 meses.

O tratamento deve ser assíduo. Caso seja interrompido ou abandonado, há um grande risco para o desenvolvimento de resistência bacteriana, fator que implica no uso de antibióticos mais fortes.

Aliado ao tratamento está a investigação dos familiares e todas as pessoas que convivem diretamente com a pessoa infectada, de modo a identificar se algum deles possui os sintomas característicos.

 

Tuberculose: Existe alguma prevenção?

Sim. A vacina BCG, indicada do nascimento até antes dos 5 anos de idade completos, é a medida de controle mais conhecida. Caso seja administrada ao nascer, não deve ser aplicada em recém-nascidos prematuros até que estes atinjam 2 quilos.

Medidas de controle para atenuar a possibilidade de transmissão incluem utilizar máscaras para evitar a propagação de aerossóis, ou simplesmente cobrir a boca com um lenço ao tossir.

Portadores do bacilo devem permanecer em locais ventilados e com incidência de raios solares. A luz natural direta prejudica e danifica o bacilo, espaços bem ventilados possibilitam a dispersão de partículas infectantes.

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Aproveite essas informações de utilidade pública e repasse o conhecimento adiante. Lembre-se que a saúde começa na educação e prevenção.

 

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Como manter a alimentação saudável nos meses mais frios?

O inverno do sul e sudeste do Brasil é uma estação naturalmente fria, que pode ser desconfortável para alguns e aconchegante para outros. Nesta estação também ocorre uma mudança sutil nos hábitos alimentares.

É natural que nos meses mais frios haja opção pelos alimentos mais quentes e, muitas vezes com textura cremosa e/ou líquida, também é natural que a sensação de fome seja maior, pois para manter o organismo aquecido é necessário um maior gasto energético.

Ao pensar em alimentação para o clima frio, logo vêm à mente, alimentos mais gordurosos como caldos e sopas extremamente condimentadas; assim como alimentos extremamente calóricos, a exemplo do chocolate quente. Porém, é possível manter uma alimentação saudável em meses frios, utilizando essas mesmas opções de receitas, desta vez com ingredientes alternativos e mais saudáveis.

Antes das receitas, confira algumas dicas gerais sobre alimentação para o inverno:

 

Dica 1: Invista em alimentos termogênicos

Esses alimentos possuem como propriedade acelerar o metabolismo, por meio do aumento da temperatura corporal. Nesta categoria estão inclusos a canela, o gengibre, o café, a pimenta vermelha, a cebola, a páprica, o chá verde, o vinagre de maçã, o chá de hibisco, dentre outros.

A canela pode ser adicionada a frutas, vitaminas e mingaus. O gengibre possui uma aplicabilidade bem ampla e pode ser associado a sucos detox ou suco comum de frutas, assim como pode ser adicionado em raspas na salada. A pimenta vermelha é um ótimo condimento para carnes, sopas e cozidos.

O café é um grande coringa e aliado em climas mais frios, no entanto, seu consumo deve ser evitado por pessoas que sofrem com crises de ansiedade e pânico, assim como quadros de gastrite. O chá verde, assim como o café, contém uma elevada concentração de cafeína, portanto, deve ser consumido com moderação na quantidade máxima de 4 xícaras ao dia, ou seja, de 600 ml.

O chá de hibisco contém em sua composição várias substâncias com propriedades antioxidantes, cardioprotetoras e vasodilatadoras, ou seja, um excelente aliado também no emagrecimento e manutenção de um estado favorável de saúde.

 

Dica 2: Mantenha-se bem hidratado

Apesar de não sentirmos tanta sede no inverno quanto no verão, o consumo regular de água deve ser mantido.

A água desempenha um papel fundamental na saúde do organismo, inclusive atuando na regulação da temperatura corporal, proporcionando um funcionamento satisfatório para os rins e hidratando a pele e células de um modo geral.

Além da necessidade de ingerir bastante água, também é possível aplicar a dica para sucos naturais e chás termogênicos, a exemplo do chá de hibisco e chá verde citados acima.

 

Dica 3: Use e abuse das frutas

As frutas são aliadas para uma alimentação saudável em qualquer época do ano. O consumo delas auxilia inclusive a manter a dieta balanceada, visto que muitas delas representam uma alternativa aos carboidratos convencionais.

A dica, principalmente para o inverno, é optar por frutas frescas e próprias da estação, a exemplo da banana, abacate, caqui, carambola, figo, goiaba,bergamota, entre outras opções.

 

Dica 4: Pratique atividade física

Assim como uma alimentação regular, e uma boa ingestão hídrica, a atividade física também auxilia a elevar a temperatura corporal, porém realizá-la em períodos frios é extremamente desafiador.  No inverno, a tendência é querer ficar embaixo das cobertas durante o dia todo, no entanto, é necessário fazer um pequeno esforço para superar esta tendência natural.

Uma boa opção é realizar atividades em ambiente fechado, a exemplo de práticas como aula de dança, corrida na esteira, artes marciais, dentre outras modalidades. Para quem prefere atividades ao ar livre, pode escolher horários do dia nos quais a temperatura esteja tolerável.

Um fator muito importante é que aquelas pessoas com hábitos sedentários devem, preferencialmente, visitar um médico antes da prática de qualquer modalidade por conta própria.  

 

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Definidas as dicas principais dicas referentes à alimentação e hábitos saudáveis, confira algumas receitas para esta época de frio:

 

Receita 1: Caldo de frango com legumes e batata doce

Esta é uma variação da tradicional receita de canja de galinha. A combinação dos elementos possibilita que seja uma receita extremamente proteica, nutritiva, rica em vitaminas A e C, com propriedades relacionadas à melhora do sistema imunológico, fortalecimento muscular e melhora das funções cognitivas.

Aqui estão os ingredientes:

  • 200 gramas de carne de frango (peito) cortada em cubos;
  • 1 fio de azeite de oliva extravirgem;
  • 2 batatas-doce descascadas e cortadas em rodelas;
  • 1 pacote de ervilhas;
  • 1 cebola picada em cubos;
  • 1 tomate sem casca cortado em pedaços grandes;
  • Quantidades pequenas (pitadas) de sal, páprica, salsa e manjericão.

O modo de preparo é bastante simples: em uma panela aqueça um pouco de azeite extravirgem, acrescentando cebola e páprica (lembrando que estes alimentos possuem potencial termogênico). Após esta etapa, adicione o tomate, assim como um pouco de sal (à gosto) e manjericão. Nesse caldo, também são acrescentados a batata-doce, assim como frango e ervilhas.

Após o cozimento, o toque final é salpicar algumas folhas de salsa.

Esse prato deve ser servido, preferencialmente, quente, já que entra na proposta de alimentação saudável para o inverno.  

 

Receita 2: Chocolate quente com gengibre

Esta segunda receita na categoria de sobremesa ou lanche da tarde. Apesar de relativamente calórica, possui como diferencial a presença de dois ingredientes considerados termogênicos, no caso o gengibre e a canela, além de contar com a utilização de leite desnatado.

Os ingredientes são:

  • 90 gramas de chocolate meio amargo picado;
  • 2 colheres (chá) de cacau em pó;
  • 3 xícaras (sopa) de leite desnatado;
  • 3 colheres (sopa) açúcar-mascavo;
  • 2 pedaços de canela em pau;
  • 1 colher (chá) de gengibre picado;
  • ½ colher (chá) cardamomo seco;
  • ½ colher (chá) pimenta-do-reino em grão;
  • 1 pitada de sal.

Para o preparo, todos os ingredientes devem ser adicionados em uma panela e aquecidos em fogo médio, até que o chocolate meio amargo derreta por completo, esse processo dura em torno de 3 minutos. Após esta etapa, aumente a intensidade do fogo e mexa por mais 7 minutos. Quando a panela for retirada do fogo, deve ser tampada e deixada em repouso para esfriar durante 10 minutos.

A mistura obtida na panela deve ser peneirada e transferida para um copo medidor de vidro.

Segundo a concentração dos ingredientes descritos aqui, este chocolate quente rende porções para 4 canecas. Uma boa opção é servi-lo em garrafas térmicas de modo que ele seja mantido morno.

Pode ser conservado na geladeira por até 4 dias, e, para reaquece-lo, basta 1 minuto no micro-ondas em potência alta.

 

Considerações Finais

Essas duas sugestões de receitas acima podem ser adaptadas, e são apenas alguns exemplos entre variadas opções.

Resumindo as idéias apresentadas, é importante lembrar que:

  • As refeições nos meses mais frios devem conter ingredientes de caráter termogênico;
  • As frutas devem ser consumidas regularmente;
  • Uma boa ingestão hídrica também é indispensável;
  • A prática regular de atividades físicas age em caráter complementar a uma boa alimentação.

Na Vérita estamos sempre preocupados em trazer a você informações que assegurem a saúde e o bem-estar em caráter integral.

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